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Saber Saber|58ª Edição: 25/05/26 a 29/05/26
  • 18/05/2026
  • 22/05/2026

Saber News: 58ª Edição: 25/05/26 a 29/05/26

Reflexão da Semana 💭

“O sucesso é a soma de pequenos esforços repetidos dia após dia.” — Robert Collier

Nesta edição:

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Carreira e desenvolvimento 👨‍🎓

Você evita conflitos? Como expressar sentimentos sem criar confronto

Muita gente evita conflitos a qualquer custo. Tem pessoas que preferem ficar quietas, concordar com tudo ou até esconder o que sentem só para não entrar em discussão.

O problema é que guardar tudo para si nem sempre resolve a situação e, com o tempo, isso pode gerar ansiedade, frustração e dificuldade para se expressar.

Por que isso acontece?

Segundo especialistas, esse comportamento pode estar ligado às experiências vividas ao longo da vida. Algumas pessoas cresceram em ambientes onde conversas acabavam em brigas, punições ou gritos. Com isso, acabam aprendendo que dar opinião ou demonstrar sentimentos pode ser perigoso.

Além disso, algumas pessoas têm mais dificuldade de discordar porque querem manter a paz e evitar desentendimentos. Só que existe um limite: evitar conflitos o tempo todo pode fazer a pessoa se anular para agradar os outros.

Se posicionar não significa brigar

Os psicólogos explicam que existe uma diferença entre ser agressivo e saber se expressar de forma eficiente. A comunicação assertiva é justamente falar o que pensa com respeito, sem precisar atacar ninguém.

Pequenas mudanças na forma de falar já ajudam bastante. Por exemplo, em vez de:
“Você nunca me escuta”.

A pessoa pode dizer:
“Eu me sinto ignorado quando sou interrompido”.

Algumas palavras podem piorar tudo

Expressões como:

  • “você sempre…”;
  • “você nunca…”;

Costumam deixar qualquer conversa mais pesada e aumentar o conflito.

Outro ponto importante é o tom de voz. Falar de forma calma e ouvir o outro lado ajuda muito mais do que tentar ganhar a discussão.

Uma técnica simples para conversar melhor

Existe uma estratégia usada na Comunicação Não-Violenta que ajuda bastante na hora de resolver conflitos. Ela funciona em quatro passos:

  • Explicar a situação;
  • Falar como você se sente;
  • pPedir uma mudança;
  • Mostrar o lado positivo disso.

Exemplo:

“Quando você atrasa e não avisa, eu fico preocupado e me desorganizo. Gostaria que avisasse antes. Assim, conseguimos nos organizar melhor”.

Nem toda hora é boa para conversar

Outro ponto importante é entender que insistir em conversar no meio da raiva quase nunca funciona.

Se alguém estiver muito irritado, talvez seja melhor esperar um pouco e conversar depois. Isso não significa fugir do problema, mas tentar resolver a situação de forma mais tranquila e madura.

O medo de desagradar os outros

Muitas pessoas evitam se posicionar porque têm medo da reação dos outros. Falar o que pensa pode parecer assustador para quem sempre aprendeu que ficar em silêncio era mais seguro.

No entanto, aos poucos, quando a pessoa começa a se expressar e percebe que consegue conversar sem causar grandes problemas, ela ganha mais confiança.

Aprender a se comunicar de forma clara e respeitosa ajuda a resolver conflitos sem agressividade e sem precisar fugir de toda conversa difícil.

Mundo do Trabalho

Inglês no trabalho: ainda é diferencial ou virou obrigação?

Durante muito tempo, saber inglês era visto como algo que fazia o currículo se destacar. Era aquele “plus” que chamava atenção nas entrevistas. Contudo, essa realidade mudou bastante nos últimos anos.

Hoje, em muitas áreas, o inglês deixou de ser um diferencial e virou quase uma exigência básica no mercado de trabalho.

Cada vez mais empresas pedem inglês

Atualmente, muitas empresas procuram profissionais que consigam se comunicar em inglês, principalmente em áreas como:

  • Tecnologia;
  • Marketing;
  • Finanças;
  • Engenharia;
  • Comércio Exterior.

Em várias vagas, principalmente de liderança, o idioma já aparece como requisito obrigatório. Ou seja, muitas vezes, não saber inglês pode até eliminar candidatos logo no começo do processo seletivo.

Saber inglês também pode aumentar salários

Além de abrir mais oportunidades, o idioma também pode influenciar no salário.

Conforme as pesquisas, profissionais que dominam um segundo idioma costumam ganhar um salário mais alto. Em cargos de liderança, essa diferença pode ser ainda maior.

Isso acontece porque muitas empresas trabalham com clientes, ferramentas, reuniões e conteúdos internacionais.

O mercado está cada vez mais global

Outro motivo para o inglês ter se tornado tão importante é que o mercado mudou.

Hoje:

  • Empresas brasileiras fazem negócios com outros países;
  • Muitas pessoas trabalham remotamente para empresas de fora;
  • Grande parte das tecnologias, cursos e ferramentas estão em inglês;
  • Até conteúdos sobre Inteligência Artificial aparecem primeiro no idioma.

Em várias profissões, entender inglês já faz parte da rotina.

Não é só sobre falar fluente

Especialistas explicam que o inglês sozinho não garante sucesso profissional. O que realmente faz diferença é a combinação de habilidades:

  • Inglês;
  • Conhecimento técnico;
  • Boa comunicação;
  • Criatividade;
  • Pensamento crítico.

Ou seja, falar outro idioma ajuda muito, mas desenvolver outras competências também é essencial.

Uma oportunidade para quem começa agora

Apesar da alta demanda, poucas pessoas no Brasil dominam o inglês. Isso faz com que muitas oportunidades acabem sendo perdidas.

Ao mesmo tempo, cria-se uma vantagem para quem decide aprender o idioma desde cedo. Em um mercado cada vez mais conectado, saber inglês pode abrir portas para cursos, empregos, viagens e novas experiências.

Ciência e Tecnologia

O que acontece no cérebro quando humanos e cachorros criam laços?

Quem tem cachorro provavelmente já sentiu isso: basta olhar para o pet ou receber aquela festa na porta de casa para o dia melhorar na hora. A ciência descobriu que essa conexão vai muito além do carinho.

Pesquisadores dizem que a relação entre humanos e cães ativa no cérebro mecanismos parecidos com os que acontecem entre pais e filhos.

O “hormônio do afeto”

Estudos mostram que, quando um cachorro olha para seu tutor, o cérebro dos dois libera ocitocina, conhecida como “hormônio do amor” ou do vínculo.

Esse hormônio está ligado a sentimentos como:

  • Confiança;
  • Segurança;
  • Apego;
  • Acolhimento.

É o mesmo tipo de reação que acontece em relações humanas muito próximas, como entre mães e bebês.

O simples olhar já faz diferença

Uma pesquisa feita no Japão mostrou que o contato visual entre cães e humanos cria uma espécie de “troca emocional”.

Quanto mais interação e conexão, mais ocitocina é liberada. Isso ajuda a explicar por que muitas pessoas sentem um vínculo tão forte com seus pets.

Os cientistas perceberam até que lobos criados por humanos não tinham a mesma reação, mostrando que os cães desenvolveram essa conexão ao longo da domesticação.

Cachorros também ajudam a reduzir o estresse

Além de aumentar a sensação de bem-estar, a convivência com cães também pode diminuir o cortisol, hormônio ligado ao estresse.

Segundo especialistas, os cachorros funcionam como um apoio emocional silencioso. Muitas vezes, eles ajudam as pessoas a se sentirem acolhidas sem precisar dizer nada.

Não à toa, muita gente sente conforto só pela presença do animal.

Por que o vínculo costuma ser tão forte?

Os pesquisadores identificaram alguns sinais comuns dessa conexão:

  • O cachorro seguir o tutor pela casa;
  • Esperar a pessoa chegar;
  • Ficar mais tranquilo quando ela está perto;
  • Sentir ansiedade quando fica longe.

Estudos mostram que a presença do tutor pode deixar o animal mais relaxado e seguro.

Uma relação sem julgamentos

Especialistas também explicam que os cães oferecem um tipo de afeto diferente das relações humanas.

Eles não criticam, cobram ou julgam. Isso faz com que muitas pessoas sintam uma conexão emocional muito forte com os pets, principalmente em momentos de solidão, ansiedade ou estresse.

Mais do que companhia

A ciência mostra que a conexão entre humanos e cachorros não é “coisa da nossa cabeça”.

Existe uma explicação biológica e emocional para esse vínculo tão forte. Talvez seja por isso que, para muita gente, os cães acabam virando muito mais do que animais de estimação e tornam-se parte da família.

Saúde

Um simples cordão, um grande significado: proposta busca ampliar a inclusão de pacientes com Alzheimer 💜

Imagine esquecer onde está, ficar desorientado em um shopping ou não conseguir explicar o que está acontecendo.

Para milhares de pessoas com Alzheimer, situações como essa fazem parte da rotina.

Agora, um projeto de lei quer tornar esses momentos menos difíceis com a criação de um símbolo simples, mas cheio de significado: o cordão roxo.

Como o cordão pode ajudar?

O uso do cordão será opcional, mas pode fazer diferença em situações de desorientação ou dificuldade de comunicação.

Na prática, ele pode:

  • Alertar funcionários e atendentes;
  • Evitar constrangimentos;
  • Facilitar o atendimento;
  • Aumentar a segurança da pessoa e da família.

Especialista vê benefícios, mas faz ressalvas

O geriatra Leonardo Oliva avaliou a proposta de forma positiva, mas destacou que o Brasil já utiliza o cordão de girassol para identificar deficiências não visíveis. Segundo ele, a criação de um novo símbolo pode gerar confusão.

A importância desse símbolo

Para o especialista, o acessório só terá impacto real se vier acompanhado de capacitação com profissionais em:

  • Bancos;
  • Aeroportos;
  • Rodoviárias;
  • Hospitais;

O projeto ainda precisa passar por novas etapas no Congresso. Ou seja, o cordão roxo ainda não é lei, mas o debate já começou.

Mais do que um acessório, ele simboliza respeito e acolhimento. Afinal, às vezes, um pequeno sinal é suficiente para que alguém seja compreendido.

Férias em alto-mar? Entenda por que doenças se espalham tão rápido em cruzeiros 

Do norovírus à Covid-19, os cruzeiros reúnem milhares de pessoas compartilhando o mesmo ar, a mesma água e os mesmos espaços. O resultado? Um ambiente ideal para a rápida disseminação de vírus e bactérias.

No início de maio de 2026, um surto de hantavírus no MV Hondius matou três passageiros e interrompeu a viagem entre a Europa e as Ilhas Canárias.

Um navio funciona como uma cidade temporária

Os cruzeiros concentram em um único espaço:

  • Restaurantes e buffets;
  • Teatros e bares;
  • Cabines e cozinhas;
  • Sistemas de água e ventilação;
  • Áreas de convivência internas.

Quando uma infecção entra a bordo, buffets, utensílios compartilhados e a circulação constante de pessoas facilitam a contaminação, muitas vezes antes mesmo de surgirem os primeiros sintomas.

Norovírus: o “vírus do vômito” dos cruzeiros

O norovírus é a infecção mais associada a navios de cruzeiro.

  • Alimentos contaminados;
  • Superfícies compartilhadas;
  • Contato direto entre passageiros.

Não é por acaso que navios como Celebrity Mercury, Explorer of the Seas e Carnival Triumph ficaram conhecidos após episódios de surtos..

Legionelose: o perigo pode estar na água

A doença do legionário não costuma ser transmitida entre pessoas. O risco surge principalmente em:

  • Banheiras de hidromassagem;
  • Chuveiros;
  • Sistemas de água do navio.

Diversos surtos já foram associados a esses sistemas e, em idosos, infecções simples podem se tornar graves, como:

  • Pneumonia;
  • Necessidade de hospitalização.

Enfermarias ajudam, mas têm limites

Os navios possuem instalações médicas para:

  • Primeiros socorros;
  • Tratamento básico;
  • Cuidados de curto prazo.

No entanto, elas não têm estrutura para lidar com surtos de grande escala.

Como reduzir os riscos?

Antes de embarcar

  • Verifique as políticas sanitárias da companhia;
  • Mantenha as vacinas em dia;
  • Consulte um médico, especialmente se for idoso, gestante ou tiver doenças crônicas;

Durante o cruzeiro

  • Lave as mãos com água e sabão;
  • Use álcool em gel como complemento;
  • Evite buffets e locais lotados se apresentar sintomas;
  • Informe rapidamente qualquer mal-estar à equipe médica.

Mesmo com protocolos reforçados, quando milhares de pessoas compartilham o mesmo espaço, os microrganismos também embarcam. No fim, o maior luxo em alto-mar é viajar com segurança.

Brasil e Mundo

Câmeras digitais “retrô” voltam à moda entre os jovens 📸

As câmeras digitais portáteis estão voltando a fazer sucesso, principalmente entre jovens e colecionadores. Boa parte disso acontece por dois motivos: nostalgia e surpresa.

Inspiradas nos aparelhos antigos, dos anos 1980 a 2000, esses modelos apostam naquele visual mais retrô e divertido, além da ideia de comprar sem saber exatamente qual versão vai receber.

Comprar “no escuro” virou tendência

Um dos modelos que mais chamou atenção foi a Kodak Charmera.

Funciona assim: a pessoa compra a caixa da câmera, mas só descobre a cor quando abre o produto. Entre as opções estão:

  • Azul;
  • Vermelha;
  • Amarela;
  • Preta;
  • Branca;
  • Colorida.

Existe até uma versão transparente super rara, encontrada em poucas unidades, o que deixou a câmera ainda mais desejada por colecionadores.

A tendência lembra bastante os brinquedos surpresa que fazem sucesso nas redes sociais.

Qualidade baixa… de propósito

Apesar do visual estiloso, essas câmeras não têm a mesma qualidade dos celulares atuais.

Enquanto muitos smartphones possuem câmeras com mais de 50 megapixels, alguns desses modelos retrô têm apenas cerca de 1,6 megapixel.

As fotos costumam ficar mais opacas, com cores suaves, menos nítidas e com aparência “vintage”.

É justamente isso que muita gente gosta. O objetivo não é perfeição, mas sim criar fotos com cara de antigas.

Transferir fotos como antigamente

Outra característica dessas câmeras é que várias delas não possuem conexão direta com o celular.

Para passar as fotos, muitas vezes é preciso:

  • Retirar o cartão de memória;
  • Conectar a câmera ao computador;
  • Fazer tudo manualmente.

Alguns modelos misturam retrô e tecnologia

Para quem quer praticidade, existem opções mais modernas, como a Fujifilm Instax Pal.

Ela mantém o visual divertido das câmeras instantâneas, mas já permite transferir fotos para o celular por bluetooth e compartilhar direto nas redes sociais.

Quanto custam?

Os modelos portáteis podem ser encontrados em lojas on-line por valores entre R$ 300 e R$ 540.

Além de tirar fotos, algumas versões também gravam vídeos e apostam em formatos criativos, como câmeras em formato de brinquedo ou mini carrinhos.

A tendência mostra como até a tecnologia entra na onda da nostalgia. Afinal, em uma época de fotos perfeitas e filtros infinitos, muita gente está buscando justamente o contrário: imagens simples, espontâneas e com “cara de lembrança antiga”.

Whey protein também pode ajudar o meio ambiente?

Muita gente conhece o whey protein como suplemento usado por quem treina. No entanto, uma pesquisa brasileira mostrou que ele também pode ter um papel importante na redução de impactos ambientais.

O estudo foi feito pela Embrapa em parceria com outras instituições e analisou todo o processo de produção do soro de leite, ingrediente usado para fabricar whey.

O whey nasce do queijo

O soro de leite aparece durante a fabricação de queijos. Durante muito tempo, esse material era tratado como descarte industrial e podia causar problemas ambientais quando jogado fora de forma incorreta.

Isso porque ele pode poluir rios, diminuir o oxigênio da água e prejudicar peixes e outros seres vivos.

Além disso, jogar o soro fora também significa desperdiçar água, energia e recursos usados na produção do leite.

O que antes era lixo virou produto valioso

Com o avanço da indústria, o soro de leite passou a ser reaproveitado na fabricação do whey protein e de outros produtos alimentícios.

Hoje, ele aparece em suplementos, pães, bolos e produtos industrializados.

Segundo os pesquisadores, essa transformação ajudou a diminuir impactos ambientais e ainda gerou valor econômico para o setor.

A maior parte da poluição acontece no campo

A pesquisa também mostrou algo importante: cerca de 85% das emissões de gases do efeito estufa dessa cadeia acontecem ainda na fase da produção no campo.

Ou seja: melhorar práticas na criação de gado e na produção de leite pode ter um impacto muito maior do que mudanças apenas nas embalagens ou nas fábricas.

O estudo analisou toda a cadeia

Os pesquisadores acompanharam todas as etapas:

  • Produção do leite;
  • Transporte;
  • Processamento industrial;
  • Uso de energia e água.

Foi a primeira vez que esse tipo de análise completa foi feita no Brasil com o soro de leite.

Tecnologia e sustentabilidade juntas

Segundo os especialistas, o objetivo agora é criar estratégias para reduzir ainda mais a emissão de gases poluentes no setor.

A ideia é ajudar o Brasil a produzir de forma mais sustentável e atender consumidores que estão cada vez mais atentos ao impacto ambiental dos produtos que consomem.

No fim das contas, o whey deixou de ser apenas um suplemento fitness e virou também um exemplo de como resíduos podem ser transformados em algo útil para a economia e para o meio ambiente.

Finanças

ChatGPT ganha função para acompanhar vida financeira

Imagina abrir o ChatGPT e conseguir ver seus gastos, investimentos, assinaturas e contas em um só lugar.

A OpenAI lançou uma nova ferramenta que conecta contas bancárias ao chatbot. Na prática, ele poderá analisar informações financeiras do usuário para funcionar como uma espécie de assistente pessoal de dinheiro.

O que a ferramenta consegue fazer?

Depois de conectar as contas, o sistema pode mostrar:

  • Saldo disponível;
  • Gastos do mês;
  • Investimentos;
  • Assinaturas ativas;
  • Pagamentos futuros;
  • Dívidas.

A ideia é criar um painel financeiro mais organizado e fácil de entender.

Além disso, o usuário também pode adicionar metas financeiras e outras informações pessoais para receber análises mais completas.

ChatGPT já era usado para isso

Segundo a OpenAI, mais de 200 milhões de pessoas já usam o chatbot para tirar dúvidas sobre dinheiro, organização financeira e investimentos.

Com a nova função, o ChatGPT passa a responder usando os próprios dados financeiros da pessoa, deixando as informações mais personalizadas.

Essa prática é segura?

A empresa afirmou que o ChatGPT não terá acesso ao número completo das contas e também não poderá movimentar dinheiro.

Ou seja, a ferramenta serve apenas para visualizar e analisar informações financeiras.

Ainda não chegou ao mundo todo

Por enquanto, a novidade está disponível apenas nos Estados Unidos.

A OpenAI explicou que quer testar e ajustar a ferramenta antes de liberar o recurso para outros países.

Educação

De “Cai Cai Balão” a “Aquarela”: professor usa música brasileira para ensinar português nos EUA

Já pensou se aprender português fosse tão divertido quanto cantar uma música? Em Atlanta, o professor paulista Liel Vini, de 28 anos, transformou canções brasileiras em uma ferramenta criativa para ensinar o idioma e aproximar crianças da cultura do país.

O projeto “Liel Vini Música e Mundo” surgiu quando o educador precisou conduzir aulas práticas durante a graduação.

Aprender cantando

Com o tempo, a estratégia se tornou parte central de sua metodologia.

Entre as músicas utilizadas estão:

  • “Cai Cai Balão”;
  • “Alecrim Dourado”;
  • Canções da Galinha Pintadinha;
  • Sucessos de Sandy & Junior.

Apesar do entusiasmo das crianças, a pronúncia de sons típicos do português, como vogais abertas e sons nasais, ainda representa um desafio. Por isso, músicas com letras mais complexas, como Aquarela, seguem como um objetivo para o futuro.

Benefícios que vão além da língua

De acordo com o educador, a metodologia contribui para:

  • Desenvolvimento da escuta e da pronúncia;
  • Ampliação do vocabulário;
  • Fortalecimento da memória;
  • Maior confiança para se comunicar;
  • Contato com a cultura brasileira.

Assim, os alunos não apenas aprendem palavras, mas também vivenciam o idioma de forma mais significativa.

Música, cultura e confiança

Mais do que ensinar palavras, a música torna o aprendizado mais leve e ajuda as crianças a perderem o medo de errar. Ao cantar, elas desenvolvem pronúncia, escuta e confiança de forma natural.

No fim, cada canção prova que aprender um idioma vai muito além das palavras: é descobrir uma cultura e perceber como a música pode transformar o jeito de ensinar e aprender.

Menos tela, mais foco? Estudo indica que as notas não sobem rapidamente.

Menos notificações, menos distrações… será que fez diferença?

Um estudo nos Estados Unidos colocou essa ideia à prova, mas os resultados ficaram abaixo do esperado. A restrição aos celulares ganhou apoio de pais e professores, que apostavam em menos distrações, mais foco e benefícios para a saúde mental dos estudantes.

O que revelou a pesquisa

O estudo, conduzido por pesquisadores das universidades de Stanford, Pensilvânia e Michigan, analisou mais de 41 mil escolas nos Estados Unidos e concluiu que a proibição dos celulares:

  • Reduziu significativamente o uso dos aparelhos;
  • Não gerou melhora imediata nas notas;
  • Teve pouco impacto na frequência escolar;
  • Não alterou de forma relevante a participação dos alunos;
  • Também não apresentou mudanças significativas nos índices de cyberbullying.

Por que o efeito não é imediato?

Segundo os pesquisadores, o desempenho acadêmico depende de diversos fatores e não pode ser explicado apenas pela presença do celular em sala de aula.

Entre os elementos que influenciam a aprendizagem estão:

  • Qualidade do ensino;
  • Rotina de estudos;
  • Apoio familiar;
  • Condições emocionais e psicológicas;
  • Ambiente escolar.

O que pode mudar no longo prazo?

Mesmo sem impacto imediato nas notas, especialistas apontam que a medida pode trazer benefícios ao longo do tempo, como:

  • Mais concentração;
  • Menos distrações;
  • Maior interação entre os estudantes;
  • Ambiente escolar mais equilibrado.

Debate também avança no Brasil

No Brasil, o debate ganhou força com a Lei nº 15.100/2025, que restringe o uso de celulares nas escolas. A proposta busca equilibrar tecnologia, foco e bem-estar dos estudantes.

No fim, o estudo deixa uma reflexão: tirar o celular da sala pode reduzir distrações, mas transformar a educação exige muito mais do que apertar o botão de desligar.

Entretenimento

Copa do Mundo: Ancelotti divulga convocação e fala sobre resiliência

A convocação do técnico Carlo Ancelotti para a Copa do Mundo já começou dando o que falar. Antes mesmo de anunciar os jogadores, o treinador fez um discurso que chamou atenção dos torcedores.

Segundo Ancelotti, a lista do Brasil não é perfeita. Para ele, isso não é possível:

“A lista perfeita não é, estou certo disso. Tenho que dizer que não vai ganhar a Copa do Mundo a equipe perfeita, não existe equipe perfeita. Acho que pode ganhar a equipe mais resiliente. Queremos ser a equipe mais resiliente do mundo”, afirmou o treinador.

Ou seja, mais importante do que ter apenas estrelas é ter um time que saiba lidar com pressão, erros, dificuldades e momentos complicados durante o campeonato.

📋 Lista dos convocados do Brasil para a Copa:

Goleiros

  • Alisson
  • Ederson
  • Weverton

Defensores

  • Danilo
  • Wesley
  • Alex Sandro
  • Douglas Santos
  • Bremer
  • Gabriel Magalhães
  • Ibañez
  • Léo Pereira
  • Marquinhos

Meio-campistas

  • Bruno Guimarães
  • Casemiro
  • Danilo
  • Fabinho
  • Paquetá

Atacantes

  • Endrick
  • Gabriel Martinelli
  • Igor Thiago
  • Luiz Henrique
  • Matheus Cunha
  • Neymar
  • Raphinha
  • Rayan
  • Vini Jr.

E aí… faltou alguém?

Como toda convocação, a lista também gerou debates entre os torcedores. Alguns jogadores queridos pela torcida ficaram de fora, enquanto outros nomes surpreenderam.

Agora fica a pergunta: essa seleção consegue trazer o hexa? 🏆

O TikTok agora quer ajudar você a planejar viagens

Sabe quando você está no TikTok e, do nada, aparece um vídeo de uma praia incrível, uma cidade diferente ou um restaurante que dá vontade de conhecer? Isso acontece com muita gente.

Segundo dados da própria plataforma, 83% dos usuários dizem que o TikTok desperta interesse por destinos que eles nem conheciam antes.

Pensando nisso, a empresa lançou o TikTok GO, uma nova ferramenta que permite pesquisar e até reservar hotéis, atrações e experiências sem sair do aplicativo.

Do vídeo direto para a viagem

A ideia é simples: você assiste a um vídeo sobre um lugar e já encontra opções para reservar hospedagens ou passeios ali mesmo.

Isso acontece porque o TikTok fez parceria com empresas de viagem como Booking.com e Expedia.

Além disso, os criadores de conteúdo também podem ganhar dinheiro indicando hotéis e experiências por meio de links de reserva.

Redes sociais já influenciam viagens

Hoje, muita gente usa as redes sociais para descobrir lugares novos e decidir para onde quer viajar.

Segundo a Expedia, mais de dois terços dos viajantes começam o planejamento pelas redes sociais.

Ou seja, o TikTok percebeu que as pessoas já usam o app para buscar inspiração. Então, decidiu transformar isso também em negócio.

Um mercado gigante

O setor de aplicativos de viagem movimenta trilhões de dólares por ano. Entrando nessa área, o TikTok consegue ganhar ainda mais dinheiro usando conteúdos que já fazem sucesso naturalmente na plataforma.

A estratégia lembra o TikTok Shop, ferramenta usada para vender produtos diretamente pelos vídeos do aplicativo.

Agora, além de influenciar compras, o TikTok também quer influenciar viagens.

Curiosidade 🔎

Por que os brasileiros riem com “kkkkk”? A explicação por trás da expressão 

Se em cada país o seu povo tem seu jeitinho de expressar sua alegria, no Brasil não podia ser diferente.

Aqui, poucas expressões são tão populares quanto o “kkkk” — uma sequência de letras que virou praticamente um idioma à parte nas redes sociais.

Afinal, por que usamos justamente a letra “k” para rir?

A origem do “KKKK”

A origem do “kkkkk” está na sonoridade da letra, que lembra uma gargalhada escrita.

Antes das redes sociais, expressões como “quá-quá-quá” e “cá-cá-cá” já representavam risadas. Com o tempo, tudo foi simplificado para o “kkkk”, que se popularizou na Internet como marca registrada do jeito brasileiro.

O Brasil não ri sozinho

Cada país encontrou sua própria forma de gargalhar on-line.

Alguns exemplos curiosos:

  • Estados Unidos: haha;
  • Espanha: jajaja;
  • Coreia do Sul: ㅋㅋㅋ;
  • Tailândia: 55555 (o número 5 é pronunciado “ha”);
  • Rússia: axaxaxa.

Ou seja, até a risada tem sotaque.

Muito mais do que algumas letras

O “kkkkk” pode parecer apenas uma sequência aleatória no teclado, mas revela como a linguagem se adapta aos tempos digitais.

No fim, essa risada mostra que até o humor encontra novas formas de se expressar. Na Internet, algumas letras conseguem dizer muito mais do que parecem.

Bem-estar 🧘‍♀️

Nesta seção, o time de psicólogas do Saber compartilha dicas valiosas de bem-estar e saúde mental. Nosso objetivo é trazer reflexões e orientações simples, mas importantes, para ajudar você a cuidar da mente e tornar o dia a dia mais leve e equilibrado.

Aprender a lidar com o que não podemos controlar também é uma forma de cuidar da mente. Confira a dica de bem-estar da semana:

 O desafio de aceitar o imprevisível

Uma parte importante do bem-estar emocional está relacionada à forma como lidamos com aquilo que não podemos controlar. No dia a dia, é comum surgir a necessidade de que tudo aconteça como o planejado, mas a realidade nem sempre segue esse padrão.

Quando há uma tentativa constante de controlar todas as situações, pensamentos ou resultados, pode surgir um aumento da ansiedade, frustração e sensação de sobrecarga. Isso acontece porque grande parte da vida envolve variáveis externas que fogem da nossa influência direta.

Desenvolver flexibilidade diante do imprevisível é uma habilidade importante para a saúde mental. Isso não significa desistir de objetivos, mas sim aprender a ajustar expectativas e responder de forma mais adaptativa às situações que surgem.

Aceitar o que não está sob controle é um processo que se constrói com o tempo. Afinal, o bem-estar também está ligado à capacidade de lidar com a realidade como ela é, e não apenas como gostaríamos que fosse.

Caso precise de suporte especializado ou acolhimento psicológico, o Núcleo Psicopedagógico do Saber pode te ajudar. Solicite agendamento ao seu instrutor.

Também preparamos uma lista de instituições que oferecem psicoterapia gratuita ou com valores acessíveis. Para conferir, clique aqui ou use o QR Code abaixo:

Tô no Saber

Nesta edição, trazemos o depoimento da Maria Eduarda, que compartilha um pouco da sua trajetória e dos aprendizados vividos no Saber.✨

Maria Eduarda da Silva>

Maria Eduarda da Silva

Tive uma experiência de um ano e três meses na instituição, contato com diversas pessoas inteligentes, que me ensinaram muitas coisas que agregaram na profissional que estou em busca de ser. Pude aprender coisas do mundo corporativo que não teria aprendido se não fosse pelo treinamento teórico.

Gostaria de agradecer aos mediadores com quem tive treinamento, desde de que entrei no básico, até agora minha formação no profissional.

Agradeço cada contato, cada ligação, cada conexão que fiz, cada aprendizado que recebi.

Uma experiência maravilhosa, e um dos melhores cursos que um jovem aprendiz pode ter. O mais completo e com informações importantes.

Maria Eduarda da Silva – Jovem aprendiz

Susgestões da Semana

Moonfall: Ameaça Lunar>

Moonfall: Ameaça Lunar

Indicação do jovem João Pedro Ribeiro Brito, da unidade Conselheiro Crispiano

Moonfall apresenta um cenário apocalíptico em que a Lua sai de sua órbita e passa a ameaçar a sobrevivência da Terra. Diante do caos, uma ex-astronauta, um antigo colega de missão e um pesquisador excêntrico embarcam em uma jornada arriscada para descobrir a verdade por trás do fenômeno e tentar salvar a humanidade.

Ao se aproximarem da origem do problema, os personagens fazem descobertas surpreendentes e precisam enfrentar seus medos para salvar a humanidade.

Mais do que um filme de ficção científica, a obra mostra que, diante do impossível, a esperança e a união podem ser a maior força da humanidade.

O retrato de Dorian Gray>

O retrato de Dorian Gray

Indicação do jovem Gabriel Henrique Lello dos Santos, da unidade Conselheiro Crispiano

O Retrato de Dorian Gray narra a história de um jovem que conquista aquilo que muitos desejam: beleza eterna e juventude sem fim. Enquanto sua aparência permanece intacta, um retrato oculto revela as marcas de suas escolhas e o peso de sua consciência.

Ao se deixar seduzir por uma vida de prazeres e excessos, Dorian Gray passa a acreditar que pode escapar das consequências de seus atos. No entanto, descobre que toda decisão deixa marcas invisíveis, e que nenhuma aparência perfeita é capaz de silenciar a própria alma.

Mais do que um romance gótico, a obra de Oscar Wilde reflete sobre a vaidade, a moralidade e as marcas que nossas escolhas deixam na alma.

Soul: Uma Aventura com Alma>

Soul: Uma Aventura com Alma

Indicação do jovem Vinicius Pelacani, da unidade Estácio Santo Amaro

Soul acompanha Joe Gardner, um professor de música que sonha em se tornar um grande pianista de jazz. Quando um acontecimento inesperado o leva a questionar o sentido da própria existência, Joe embarca em uma jornada entre mundos que o faz refletir sobre propósito, sonhos e o verdadeiro valor da vida.

Mais do que uma animação, o filme convida o espectador a perceber que a vida não é definida apenas por grandes conquistas, mas também pelos pequenos momentos que dão sentido à nossa caminhada.

Zoom das Profissões

 

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