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Saber Saber|57ª Edição: 18/05/26 a 22/05/26
  • 18/05/2026
  • 22/05/2026

Saber News: 57ª Edição: 18/05/26 a 22/05/26

Reflexão da Semana 💭

“Porque todos nós nos perdemos de vez em quando, sabe?

É assim que nós aprendemos e é assim que crescemos” –

Cold Water – Major Lazer feat. Justin Bieber & MØ

Carreira e desenvolvimento

Inteligência Artificial: aliada ou ameaça ao cérebro humano?

A Inteligência Artificial (IA) já faz parte da rotina de milhões de pessoas, auxiliando nos estudos e no trabalho. Mas, com tanta praticidade, surge uma dúvida importante: essa tecnologia fortalece ou enfraquece o cérebro? Especialistas afirmam que tudo depende da forma como ela é utilizada.

O que dizem os estudos?

Pesquisas recentes apontam que o uso excessivo da IA pode impactar habilidades importantes, como:

  • Criatividade;
  • Memória;
  • Atenção;
  • Pensamento crítico;
  • Capacidade de resolver problemas.

Ao delegar tarefas à IA, o cérebro pode deixar de se exercitar. Para o neurocientista Adam Greene, da Georgetown University, é como deixar um robô treinar no seu lugar.

Exemplos de terceirização mental

Esse fenômeno já foi observado em outras tecnologias:

  • GPS: reduz memoria espacial

  • Mecanismos de busca: O “efeito Google” mostra que tendemos a memorizar menos quando sabemos que podemos pesquisar depois.

  • Inteligência Artificial: A IA vai além da busca e já entrega respostas prontas.

A IA é necessariamente prejudicial?

Para Jared Benge, neuropsicólogo da University of Texas, a IA pode ser benéfica quando reduz a carga mental e libera espaço para tarefas mais importantes.

Segundo ele:

  • A IA não é boa nem ruim por si só;
  • Os efeitos dependem do modo de uso;
  • O cérebro humano é capaz de se adaptar às novas tecnologias.

Como usar a IA sem prejudicar o cérebro

1. Questione as respostas

Não aceite tudo automaticamente. Verifique as informações, compare com outras fontes e reflita se a resposta realmente faz sentido.

2. Pense antes de perguntar

Tente resolver o problema sozinho primeiro. Isso fortalece o raciocínio, a autonomia e o aprendizado.

3. Faça anotações

Resumir o conteúdo, criar flashcards ou responder perguntas ajuda a fixar melhor as informações.

4. Preserve sua criatividade

Coloque suas próprias ideias no papel antes de usar a IA para revisar ou complementar.

5. Exercite a atenção

Leia textos completos e enfrente desafios sem buscar respostas imediatas. O esforço também faz parte do aprendizado.

O valor do pensamento humano

Apesar de toda a eficiência da IA, ela não substitui características exclusivamente humanas, como:

  • Criatividade genuína;
  • Experiências pessoais;
  • Intuição;
  • Capacidade de fazer conexões únicas.

Esses aspectos tornam o pensamento humano insubstituível.

A Inteligência Artificial é uma ferramenta poderosa, mas seu maior valor está em ampliar — e não substituir — a capacidade humana de pensar, questionar e criar.

Mundo do Trabalho

Cansados no limite: número de afastamentos por burnout bate recorde no país

O burnout deixou de ser um caso isolado. Entre 2021 e 2025, os afastamentos por esgotamento profissional cresceram 823% no Brasil, refletindo uma crise cada vez mais presente no mundo do trabalho.

Os dados mostram que o esgotamento profissional já não é exceção — é um retrato do mundo do trabalho atual.

O que está por trás desse aumento?

Especialistas apontam que o burnout não surge de um único fator, mas da combinação de diferentes pressões no ambiente profissional.

Entre os principais motivos estão:

  • Jornadas longas;
  • Metas difíceis de alcançar;
  • Baixos salários;
  • Insegurança no emprego;
  • Cobrança constante;
  • Falta de reconhecimento;
  • Dificuldade de separar trabalho e vida pessoal.

Além disso, o uso intenso da tecnologia mantém muitos profissionais conectados mesmo fora do expediente.

Quando o trabalho não termina

Mensagens fora do expediente e cobranças constantes fazem com que o trabalhador até pare, mas a mente continue em alerta causando:

  • Insônia;
  • Ansiedade;
  • Irritabilidade;
  • Dificuldade de concentração;
  • Exaustão física e emocional.

O que é burnout e quem pode ser afetado?

Reconhecido pela World Health Organization (OMS) desde 2022, o burnout é o esgotamento físico e mental provocado pelo estresse crônico no trabalho.

Principais sinais do burnout

  • Exaustão física e emocional;
  • Distanciamento ou desânimo em relação ao trabalho;
  • Sensação de baixa produtividade.

Fatores mais comuns

  • Metas excessivas;
  • Sobrecarga de tarefas;
  • Falta de apoio;
  • Medo de não corresponder às expectativas.

O que diz a legislação?

No Brasil, o burnout pode ser reconhecido como doença ocupacional quando há comprovação de que o problema foi causado pelo trabalho. Nesses casos, o trabalhador pode ter direito a:

  • Afastamento pelo INSS;
  • Depósito do FGTS durante o período;
  • Estabilidade de 12 meses após o retorno;
  • Indenização por danos morais e materiais.

NR-1: empresas poderão ser fiscalizadas

A atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) inclui os riscos psicossociais entre os fatores que devem ser monitorados pelas empresas.

Isso significa que poderão ser fiscalizados aspectos como:

  • Metas abusivas;
  • Jornadas excessivas;
  • Assédio moral;
  • Falta de suporte;
  • Ambiente organizacional adoecedor.

A nova regra deve entrar em vigor em maio de 2026.

O aumento dos casos reforça que saúde mental é essencial no trabalho. Burnout não é fraqueza, mas um sinal de que, em um mercado cada vez mais acelerado, algo precisa mudar.

A volta dos chefes estilo O Diabo Veste Prada? Empresas retomam gestão mais rígida👠

Se o seu chefe pede “só um favorzinho” às 22h, marca reunião para “alinhamentos urgentes” na sexta-feira à noite e ainda acha que responder e-mail no fim de semana é demonstração de comprometimento… talvez Miranda Priestly nunca tenha saído de cena.

O salto alto pode até ter sido trocado pelo crachá corporativo, mas o recado continua o mesmo: entregue mais, questione menos e esteja disponível o tempo todo.

Quando ser durão era sinônimo de sucesso

Lançado em 2006, O Diabo Veste Prada transformou Miranda Priestly em um ícone da cultura pop e, para muita gente, em um modelo de liderança. Fria, exigente e implacável, a personagem simbolizava uma época em que jornadas exaustivas, broncas públicas e pressão constante eram tratadas como parte natural da carreira.

Naquela época, aguentar a pressão era sinal de força. Quem não suportava o ritmo, muitas vezes, era visto como alguém sem “perfil” para o mercado.

Novos tempos – novas expectativas

Burnout, assédio moral e saúde mental ganharam espaço no debate sobre trabalho, impulsionados por fatores como:

  • O aumento dos afastamentos por saúde mental;
  • A pressão das redes sociais sobre a reputação das empresas;
  • A valorização do equilíbrio entre vida pessoal e profissional.

Em outras palavras, o que antes era chamado de “liderança firme” hoje pode ser interpretado como um ambiente tóxico.

Por que as empresas estão mais rígidas?

Mesmo com esse novo olhar, muitas organizações têm retomado práticas mais rígidas. O movimento inclui:

  • Retorno obrigatório ao presencial;
  • Maior monitoramento da produtividade;
  • Menos flexibilidade;
  • Regras internas mais rígidas.

A flexibilidade continua existindo — desde que não atrapalhe as metas. Para especialistas, o endurecimento é uma forma de retomar o controle.

Miranda Priestly voltou?

Calma, pessoal! Somente nos cinemas.

Hoje, trabalhadores têm mais voz e menos tolerância a modelos baseados no medo. Ao mesmo tempo, empresas enfrentam riscos concretos ao ignorar ambientes tóxicos, como:

  • Afastamentos por burnout;
  • Alta rotatividade;
  • Perda de talentos;
  • Danos à reputação.

No fim, a liderança que tende a prevalecer não é a mais autoritária, nem a mais permissiva, mas aquela capaz de equilibrar cobrança e respeito.

Porque exigir resultados é parte do jogo. Fazer da equipe um elenco permanente de O Diabo Veste Prada já não combina tanto com os tempos atuais.

Ciência e Tecnologia

Será que tomar chuva faz bem? Veja a explicação da ciência

Depois de vários dias de muito calor, uma mulher que dava aula de teatro ao ar livre viu o céu escurecer de repente. Logo começou uma tempestade forte. Ela e os alunos correram para se abrigar, todos molhados e rindo da situação.

Quando a chuva passou, o clima parecia diferente: o ar estava mais fresco, as árvores pareciam mais verdes e todo mundo se sentia mais leve e animado. Isso fez surgir uma pergunta: será que a chuva realmente pode melhorar nosso humor?

Segundo cientistas, a resposta pode ser sim. Pesquisas mostram que a chuva pode trazer vários benefícios para o corpo e para a mente. Veja alguns deles:

1. A chuva pode melhorar o humor

Quando as gotas de chuva caem, elas liberam partículas chamadas “íons negativos” no ar. Alguns estudos indicam que esses íons ajudam o cérebro a produzir serotonina, substância ligada à sensação de felicidade e relaxamento.

Por isso, muitas pessoas sentem uma sensação boa depois da chuva, principalmente após dias muito quentes ou estressantes.

2. O ar fica mais limpo

A chuva também ajuda a “lavar” o ar. As gotas carregam poeira, poluição e outras partículas para o chão, deixando o ambiente mais limpo e agradável para respirar.

Isso pode até ajudar na saúde e diminuir sensações de ansiedade causadas pela má qualidade do ar.

3. O cheiro da chuva desperta memórias

Aquele cheiro característico da chuva tem até nome: petricor.

Esse aroma acontece quando a água atinge o solo seco e libera substâncias no ar. Cientistas acreditam que esse cheiro pode trazer sensação de calma e despertar lembranças antigas, porque o olfato está muito ligado às emoções e à memória.

É por isso que, às vezes, o cheiro da chuva faz a gente lembrar de momentos da infância ou de situações especiais.

4. O som da chuva ajuda a relaxar

O barulho constante da chuva também pode acalmar o cérebro. Estudos mostram que ouvir chuva ajuda a diminuir o estresse e pode até melhorar o sono.

Por isso, muitas pessoas usam sons de chuva para relaxar, estudar ou dormir melhor.

Então… tomar chuva faz bem?

A chuva pode trazer benefícios para o humor, para o relaxamento e até para a respiração. Mas é importante tomar cuidado com tempestades fortes e relâmpagos.

Brasileira de 11 anos cria método de matemática e vai parar em revista científica

Enquanto muita gente ainda tenta entender raiz quadrada na escola, uma menina brasileira de apenas 11 anos decidiu criar o próprio jeito de resolver o problema, e a ideia foi tão impressionante que acabou publicada em uma revista científica de matemática!

Júlia Pimentel Ferreira, de Minas Gerais, desenvolveu um método simples e rápido usando apenas soma e multiplicação para encontrar a raiz quadrada de números. Uma conquista gigante para alguém tão jovem e uma prova de que criatividade e curiosidade podem levar muito longe.

Júlia contou que antes enxergava a matemática apenas como um monte de regras prontas. Mas tudo mudou quando ela percebeu que também podia criar novas formas de pensar e resolver contas.

A descoberta surpreendeu colegas, professores e até especialistas da área. O professor de matemática da escola classificou a ideia como algo totalmente diferente do tradicional, já que o método não é ensinado nem mesmo em faculdades.

Como funciona a ideia da Júlia?

Para descobrir a raiz quadrada de 144, por exemplo, ela faz assim:

  • 10 × 10 = 100
  • 100 + 10 + 11 = 121
  • 121 + 11 + 12 = 144

Como o último número usado foi 12, essa é a raiz quadrada de 144.

O raciocínio chamou tanta atenção que o professor transformou a ideia em uma fórmula matemática mais avançada e enviou o estudo para uma importante revista científica brasileira, onde o trabalho acabou sendo publicado.

Especialistas acreditam que a descoberta pode até inspirar novos estudos matemáticos no futuro.

Saúde

Vírus dos Andes: entenda a doença que chamou atenção no mundo

Um vírus pouco conhecido voltou a preocupar cientistas depois de casos registrados em um cruzeiro turístico próximo à região da Antártida. O nome dele é hantavírus, uma doença rara, mas que pode ser perigosa.

O caso chamou atenção porque o tipo encontrado, conhecido como “vírus dos Andes”, é um dos poucos hantavírus que podem passar de uma pessoa para outra em algumas situações. Mesmo assim, especialistas afirmam que o risco de uma grande pandemia é baixo.

O que é o hantavírus?

O hantavírus é uma doença transmitida principalmente por ratos silvestres. A contaminação costuma acontecer quando a pessoa respira partículas presentes na urina, fezes ou saliva desses animais.

Isso pode acontecer, por exemplo, em locais fechados e mal ventilados, como galpões, sítios, casas abandonadas ou áreas rurais.

Quais são os sintomas?

No começo, os sintomas podem parecer os de uma gripe forte:

  • febre;
  • dor no corpo;
  • cansaço;
  • dor de cabeça.

Mas, em alguns casos, a doença pode piorar rapidamente e causar falta de ar grave, já que o vírus afeta os pulmões.

Por isso, o diagnóstico rápido é muito importante.

Por que o vírus dos Andes preocupa?

A maioria dos hantavírus não passa diretamente entre pessoas. Porém, a variante dos Andes, encontrada principalmente na Argentina e no Chile, já mostrou capacidade de transmissão humana em alguns casos específicos.

Foi isso que fez cientistas acompanharem com atenção os casos ligados ao cruzeiro.

Mesmo assim, especialistas explicam que o vírus não se espalha facilmente como aconteceu com a covid-19.

Existe risco no Brasil?

O Brasil já registra casos de hantavírus há anos, principalmente em áreas rurais e regiões com presença de ratos silvestres.

Apesar disso, os casos são considerados raros. Especialistas reforçam que não existe motivo para pânico, mas sim para informação e prevenção.

Como se prevenir?

Alguns cuidados ajudam bastante:

  • evitar contato com ratos silvestres;
  • manter ambientes limpos e ventilados;
  • usar máscara e luvas ao limpar locais fechados por muito tempo;
  • armazenar alimentos corretamente;
  • evitar acúmulo de lixo.

O que essa história mostra?

O caso do hantavírus lembra que novos surtos podem surgir em diferentes partes do mundo e que a ciência continua monitorando esses riscos o tempo todo.

Ao mesmo tempo, especialistas reforçam que informação confiável é a melhor forma de evitar medo exagerado e desinformação.

Cansaço todo dia? Veja o que pode estar roubando sua energia

Sentir cansaço o tempo todo, mesmo depois de dormir, pode ser mais do que apenas falta de descanso. Muitas vezes, o corpo está tentando mostrar que algo não vai bem, e isso pode ter solução.

Segundo especialistas, problemas como sono de má qualidade, falta de vitaminas, pouca hidratação e até estresse podem deixar a pessoa sem energia durante o dia inteiro.

Dormir bastante nem sempre significa descansar

Às vezes, a pessoa dorme muitas horas, mas o sono não é realmente reparador. Ronco, acordar várias vezes durante a noite ou problemas como apneia do sono podem impedir que o corpo descanse de verdade.

Por isso, mesmo depois de oito horas na cama, a sensação pode continuar sendo de exaustão.

O que pode causar esse cansaço?

Algumas causas são bem comuns e podem ser descobertas com exames simples:

  • falta de ferro;
  • vitamina D baixa;
  • alterações na tireoide;
  • desidratação;
  • alimentação desequilibrada;
  • ansiedade e estresse;
  • sintomas de depressão.

Tudo isso pode afetar a produção de energia do corpo e diminuir a disposição.

Vitamina D também influencia ☀️

Pesquisas mostram que baixos níveis de vitamina D podem estar ligados ao cansaço constante.

Essa vitamina ajuda em várias funções do organismo, e quando está em falta, o corpo pode ficar mais cansado e sem energia.

Pequenos hábitos podem ajudar muito

Algumas mudanças simples na rotina podem melhorar bastante a disposição:

  • dormir e acordar em horários parecidos todos os dias;
  • pegar luz do sol pela manhã;
  • beber bastante água;
  • praticar atividade física;
  • evitar excesso de café à noite;
  • fazer refeições mais equilibradas.

Esses hábitos ajudam o corpo a funcionar melhor e podem aumentar a energia ao longo do dia.

Quando procurar um médico?

Se o cansaço dura várias semanas ou vem acompanhado de sintomas como falta de ar, queda de cabelo, tristeza constante ou perda de peso, é importante procurar ajuda médica.

Em muitos casos, exames conseguem identificar a causa e o tratamento correto pode fazer a disposição voltar em poucas semanas.

Brasil e Mundo

Chocolate doce? Nova categoria pode substituir os termos “amargo” e “meio amargo” no Brasil

Se você é do time que escolhe chocolate pelo percentual de cacau, prepare-se para uma novidade. Um projeto aprovado no Senado pode mudar os rótulos das barras no Brasil e aposentar termos tradicionais como “amargo” e “meio amargo”, deixando as informações mais claras para o consumidor.

O que muda na prática?

Pelas novas regras, apenas produtos com 35% ou mais de cacau poderão ser classificados como chocolate. Com isso, termos como “amargo” e “meio amargo” devem perder destaque nas embalagens.

Em vez de nomes genéricos, o consumidor verá informações mais objetivas, como:

  • Contém 50% de cacau;
  • Contém 70% de cacau;
  • Contém 85% de cacau.

A ideia é facilitar a comparação entre marcas e tornar a escolha mais transparente.

O que é o chamado “chocolate doce”?

Produtos com menor concentração de cacau poderão ser classificados como “chocolate doce” ou receber outras denominações específicas, indicando ao consumidor que se tratam de opções mais adocicadas e com menor teor de cacau.

Se o produto não atingir os percentuais mínimos exigidos, ele poderá ser classificado como:

  • Composto de chocolate;
  • Cobertura sabor chocolate.

A medida busca evitar que produtos com baixo teor de cacau sejam confundidos com chocolates de maior qualidade.

Quando a mudança entra em vigor?

Após a sanção presidencial, a indústria terá 360 dias para adaptar rótulos, embalagens e, em alguns casos, as próprias fórmulas.

Mais clareza para o consumidor

A proposta não acaba com o chocolate amargo. O que muda é a forma de identificar o produto.

Com regras mais claras, o consumidor poderá entender com mais facilidade o que está comprando — e quanto cacau existe, de fato, em cada barra.

Já comeu chocolate hoje? 🍫

Finanças

Tesouro Reserva: entenda o novo investimento criado pelo governo

O governo lançou um novo investimento chamado Tesouro Reserva, pensado principalmente para pessoas que querem começar a guardar dinheiro de forma simples, segura e com acesso rápido ao valor quando precisarem.

Na prática, ele funciona como uma opção para criar uma reserva de emergência, aquele dinheiro guardado para imprevistos, como problemas de saúde, desemprego ou despesas inesperadas.

Como funciona?

Quando uma pessoa investe no Tesouro Reserva, ela está emprestando dinheiro para o governo e recebe juros em troca. O rendimento acompanha a taxa Selic, que atualmente está em 14,5% ao ano.

Segundo as matérias, o investimento foi criado para competir com opções populares como:

  • poupança;
  • CDBs;
  • e as “caixinhas” dos bancos digitais.

O que mais chamou atenção?

O Tesouro Reserva pode ser movimentado praticamente 24 horas por dia, inclusive em fins de semana e feriados. O dinheiro também pode cair na conta quase imediatamente, até por Pix.

A única pausa acontece entre meia-noite e 1h da manhã.

Outra novidade é que o investimento começa com apenas R$ 1, o que facilita para quem está começando.

Qual a diferença para outros investimentos?

Segundo especialistas, uma das principais diferenças é que o Tesouro Reserva não sofre a chamada “marcação a mercado”.

Isso significa que o valor investido não fica oscilando no aplicativo, algo que pode acontecer em outros títulos do Tesouro Direto.

Na prática, a ideia é deixar o investimento mais simples e previsível para o investidor comum.

Tem taxas e impostos?

Sim. Existem algumas cobranças:

  • imposto de renda sobre os lucros;
  • IOF caso o dinheiro seja retirado antes de 30 dias;
  • e taxa de custódia de 0,20% ao ano para valores acima de R$ 10 mil.

Onde dá para investir?

Por enquanto, o Tesouro Reserva está disponível apenas para clientes do Banco do Brasil, mas o governo informou que outras instituições devem receber acesso futuramente.

Vale a pena?

Especialistas explicam que o Tesouro Reserva foi criado para ser uma opção simples, segura e fácil para quem quer aprender a guardar dinheiro e montar uma reserva de emergência.

Além disso, o lançamento mostra como o mundo dos investimentos está tentando ficar mais acessível para jovens e iniciantes, deixando de parecer algo complicado ou distante da realidade das pessoas

Seu VR pode funcionar em mais lugares a partir de agora

Os vales-refeição e vale-alimentação estão entrando em uma nova fase. Na prática, isso significa que, aos poucos, os cartões desses benefícios vão funcionar em muito mais maquininhas pelo Brasil.

A mudança faz parte do Decreto nº 12.712/2025, que atualiza o Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT), e pode impactar cerca de 22 milhões de trabalhadores formais.

Até agora, muita gente já passou pela clássica situação de chegar no restaurante, mercado ou lanchonete… e descobrir que “essa maquininha não aceita seu vale”. Isso acontecia porque vários cartões funcionavam em redes fechadas, aceitos apenas em lugares específicos.

Com as novas regras, a ideia é deixar o uso do benefício muito mais livre e prático. Os cartões vão começar a funcionar de forma parecida com cartões tradicionais, como já acontece em empresas de benefícios flexíveis, tipo Flash, Caju e Swile.

Na prática, o trabalhador ganha mais liberdade para escolher onde comer ou fazer compras, podendo usar o saldo em restaurantes, mercados, padarias e outros estabelecimentos de alimentação com muito mais facilidade.

O que muda no dia a dia?

  • Mais lugares aceitando o vale;
  • Menos dependência de maquininhas específicas;
  • Mais liberdade para escolher pelo preço, qualidade ou localização;
  • Facilidade maior principalmente em cidades menores e bairros afastados.

Para quem já usa cartões com bandeira, talvez quase nada mude. Já quem usa modelos antigos pode passar por uma adaptação gradual, incluindo troca de cartão ou atualização feita pelas operadoras.

Importante: o valor do benefício não aumenta automaticamente. O que muda é a forma de usar o saldo.

Como será a mudança?

  • 11 de maio de 2026: começa a abertura do sistema de pagamentos e a migração gradual dos cartões;
  • 11 de novembro de 2026: previsão para que todos os cartões funcionem no novo modelo.

Ou seja, ainda não significa que todos os cartões já funcionam em qualquer maquininha. A adaptação será feita aos poucos ao longo dos próximos meses.

Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Benefícios ao Trabalhador (ABBT), essa mudança precisa acontecer de forma gradual para garantir segurança e estabilidade no sistema.

Educação

Dia do pedagogo: conheça mais sobre a profissão que ajuda a construir futuros

O Dia do Pedagogo é comemorado todos os anos em 20 de maio, em todo o Brasil. A data foi oficializada em 2015 e surgiu como uma forma de valorizar os profissionais que ajudam no aprendizado e no desenvolvimento dos estudantes.

Afinal, o que faz um pedagogo?

Muita gente pensa que o pedagogo trabalha apenas dando aulas, mas a profissão vai muito além disso.

O pedagogo é o profissional especializado em educação e aprendizagem. Ele ajuda a organizar o ensino, acompanha alunos, apoia professores e busca maneiras de melhorar o aprendizado.

Na prática, é alguém que trabalha para tornar a educação mais organizada, acolhedora e eficiente.

Onde o pedagogo pode atuar?

Dentro das escolas, os pedagogos podem atuar em diferentes áreas, como:

  • coordenação pedagógica;
  • orientação educacional;
  • gestão escolar;
  • apoio aos professores;
  • educação infantil e ensino fundamental.

Mas eles também podem trabalhar fora das escolas, em lugares como:

  • empresas;
  • institutos formadores;
  • hospitais;
  • projetos sociais;
  • editoras;
  • instituições que produzem conteúdo educacional.

Por que essa profissão é tão importante?

Os pedagogos ajudam a construir caminhos para que o aprendizado aconteça de verdade. Eles participam não apenas do ensino das matérias, mas também do desenvolvimento social, emocional e humano dos estudantes.

Além disso, são profissionais fundamentais para criar ambientes mais inclusivos, acolhedores e preparados para diferentes realidades.

Uma data para reconhecer quem transforma vidas

O Dia do Pedagogo também serve para lembrar os desafios da educação e reconhecer quem dedica a vida a ensinar, orientar e apoiar pessoas todos os dias.

Ser pedagogo vai muito além da sala de aula: é ajudar a construir oportunidades, incentivar sonhos e transformar vidas através da educação

Reprovação pode voltar a aumentar nas escolas em 2026

As escolas brasileiras devem ficar mais rígidas a partir de 2026. Depois de alguns anos de regras mais flexíveis por causa da pandemia, a cobrança por presença, notas e participação dos alunos deve aumentar tanto em escolas públicas quanto particulares.

Durante a pandemia e nos anos seguintes, muitas escolas evitaram reprovar estudantes para diminuir os impactos causados pelas dificuldades daquele período. Agora, o foco volta a ser garantir que os alunos realmente aprendam os conteúdos.

O que muda na prática?

A frequência mínima de 75% das aulas deve voltar a ser cobrada com mais rigor. Ou seja: faltar muito pode trazer consequências maiores.

Além disso, apenas estar matriculado não será suficiente para passar de ano. As notas e o desempenho nas matérias voltarão a ter mais peso na decisão de aprovação.

Disciplinas como Português e Matemática devem receber atenção especial, principalmente para alunos que apresentarem dificuldades de aprendizagem.

“Aprovação automática” vai acabar?

Segundo especialistas, a ideia não é simplesmente reprovar mais alunos, mas acompanhar melhor quem está com dificuldades.

Nos últimos anos, muita gente passou a chamar a progressão continuada de “aprovação automática”. Porém, a proposta original desse modelo era oferecer reforço e acompanhamento para ajudar os estudantes a aprenderem antes de repetir de ano.

Agora, as escolas devem investir mais em:

  • aulas de reforço;
  • avaliações frequentes;
  • planos de estudo personalizados;
  • acompanhamento do desempenho dos alunos.

Novo ensino médio também aumenta a cobrança

Outra mudança importante é a continuação do novo ensino médio, que aumentou a carga horária e mudou a organização das matérias.

Com isso, os alunos precisarão de mais dedicação e organização na rotina escolar.

Regras de comportamento também devem ficar mais rígidas

As escolas também devem reforçar normas internas, incluindo maior controle sobre o uso de celulares durante as aulas e questões de disciplina.

Qual é o objetivo dessas mudanças?

Especialistas afirmam que a intenção não é punir os estudantes, mas garantir que eles realmente aprendam os conteúdos necessários.

Mesmo assim, quem não acompanhar as aulas, faltar muito ou tiver dificuldades sem buscar ajuda pode enfrentar mais riscos de reprovação em 2026.

Entretenimento

Quem pode ameaçar o Brasil? Marrocos surge como principal rival no Grupo C

A Copa de 2026 está chegando, e o frio na barriga do torcedor brasileiro já começou. No Grupo C, o Brasil enfrenta Marrocos, Haiti e Escócia e, se avançar, poderá cruzar com gigantes como Argentina, França, Espanha e Portugal na corrida pelo hexa.

A Seleção Brasileira chega à Copa de 2026 cercada de expectativa e com a missão de voltar ao topo do futebol mundial.

Grupo C: um início favorável ou não

Na primeira fase, o Brasil terá pela frente:

  • Marrocos;
  • Haiti;
  • Escócia.

Entre os adversários, Marrocos aparece como o rival mais perigoso por reunir:

  • Campanha histórica com semifinal em 2022;
  • Equipe organizada taticamente;
  • Defesa sólida;
  • Jogadores experientes em grandes ligas.

Haiti e Escócia, embora competitivos, são considerados adversários mais acessíveis.

Possíveis desafios no mata-mata

Caso avance em primeiro lugar, o Brasil pode encontrar seleções tradicionais ao longo do torneio, como:

  • Portugal;
  • Argentina;
  • França;
  • Espanha.

Essas seleções reúnem tradição e experiência, mas o maior desafio do Brasil será manter regularidade ao longo da Copa. Se jogar como equipe, a Seleção terá boas chances de conquistar o hexa.

A caminhada está traçada. Agora, resta saber se a Seleção conseguirá superar os obstáculos e escrever mais um capítulo histórico no futebol mundial.

Globo de Ouro define regras para uso de inteligência artificial em filmes e séries

Novas políticas chegaram ao tapete vermelho e prometem redefinir a forma como a inteligência artificial é vista em Hollywood. Seguindo o movimento iniciado pelo Oscar, o Globo de Ouro permitirá obras feitas com IA, desde que a criação artística permaneça majoritariamente humana.

Produção com IA continuarão elegíveis

Filmes e séries que utilizarem inteligência artificial poderão concorrer normalmente ao Globo de Ouro. O uso da tecnologia será permitido desde que as principais decisões criativas permaneçam sob responsabilidade humana.

O que será avaliado pela premiação

Ao analisar as obras, o Globo de Ouro levará em conta se:

  • O roteiro foi desenvolvido por autores humanos;
  • A direção e as escolhas artísticas tiveram supervisão humana;
  • A atuação foi realizada pelo intérprete creditado;
  • A IA foi utilizada apenas como suporte técnico.

O objetivo é garantir que a tecnologia complementa o trabalho criativo,

Atuações geradas por IA terão restrições

Nas categorias de atuação, a performance deverá ser predominantemente executada pelo ator ou atriz indicado.

Caso uma interpretação seja criada de forma substancial por inteligência artificial, a obra poderá ser considerada inelegível na categoria.

Transparência e autoria humana

O Globo de Ouro poderá solicitar informações adicionais sobre o uso de inteligência artificial nas produções.

A medida busca garantir:

  • Transparência
  • Criatividade
  • Uso saudável de tecnologias na arte.

Ao definir regras claras, o Globo de Ouro reconhece o uso da IA, mas reforça que a criatividade humana continua no centro das produções.

A nova política representa uma tentativa de equilibrar inovação tecnológica e valorização dos profissionais que constroem o cinema e a televisão.

De Irajá à Calçada da Fama: conheça Paulinho da Costa, percussionista brasileiro que virou estrela em Hollywood.

O nome de Paulinho da Costa pode não ser tão conhecido pelo grande público, mas seu talento está presente em algumas das músicas mais famosas da história. Aos 77 anos, o músico nascido em Irajá, na zona norte do Rio de Janeiro, receberá uma estrela na tradicional Calçada da Fama de Hollywood.

De Irajá para o mundo

Paulinho começou sua trajetória na ala jovem da bateria da Portela e, ainda jovem, chamou atenção pelo domínio da percussão.

Na década de 1970, mudou-se para os Estados Unidos e passou a trabalhar em estúdios de gravação, levando a sonoridade brasileira para o mercado internacional.

Um currículo impressionante

Ao longo da carreira, o percussionista colaborou com artistas como:

  • Michael Jackson;
  • Madonna;
  • Elton John;
  • Whitney Houston;
  • Celine Dion.

Seu talento pode ser ouvido em sucessos como “Don’t Stop ’Til You Get Enough”, de Michael Jackson. Além de trilhas de filmes como:

  • Dirty Dancing;
  • Star Wars;
  • Jurassic Park.

Uma estrela para um gigante da música mundial

Com mais de 1.500 gravações, Paulinho da Costa agora vê sua trajetória ser reconhecida com um feito histórico para o Brasil:

  • Primeiro artista nascido no Brasil a receber a homenagem;
  • Reconhecimento ao impacto de sua trajetória mundial;
  • Marco histórico para a música brasileira em Hollywood.

A homenagem consagra a trajetória de Paulinho da Costa e mostra que talento, paixão e dedicação podem levar um brasileiro ao topo da música mundial.

Curiosidade 🔎

A pipoca é mais importante para o cinema do que você imagina 🍿

Você entra no cinema decidido a “economizar”. Mas aí sente o cheiro da pipoca, olha os combos brilhando no balcão e… pronto. O plano foi derrotado em segundos.

Mas existe um motivo muito maior por trás disso.

O ingresso não dá tanto lucro quanto parece

Muita gente pensa que os cinemas ganham rios de dinheiro com a venda de ingressos. Só que uma grande parte desse valor vai para os estúdios e distribuidoras dos filmes.

Ou seja: quando você compra um ingresso, o cinema nem sempre fica com a maior fatia do dinheiro.

É por isso que a bomboniere se tornou tão importante.

A verdadeira estrela do lucro

Pipoca, refrigerante, chocolates e doces custam relativamente pouco para os cinemas, mas são vendidos por preços bem maiores. Resultado? A margem de lucro desses produtos costuma ser muito mais alta do que a dos ingressos.

Na prática, aquela pipoca ajuda a pagar:

  • funcionários;
  • manutenção das salas;
  • energia;
  • tecnologia;
  • limpeza;
  • e até futuras melhorias do cinema.

O cheiro da pipoca não é coincidência

Existe também toda uma estratégia de experiência.

O cheiro da pipoca espalhado pelo ambiente cria uma sensação de conforto e faz muita gente associar automaticamente cinema + pipoca.

E convenhamos: assistir a um filme sem pipoca parece meio estranho para muita gente.

E os combos gigantes?

Os cinemas também usam outra estratégia clássica: os combos.

Às vezes, a diferença de preço entre uma pipoca média e uma gigante é pequena. Isso faz o cliente pensar:
“Já que a diferença é pouca… melhor pegar a maior.”

É uma técnica muito usada para incentivar compras maiores sem parecer tão caro.

Muito além de um lanche

No fim das contas, a pipoca virou mais do que comida. Ela se tornou parte da experiência do cinema.

Bem-estar 🧘‍♀️

Seu progresso importa mais que a perfeição

A busca pela perfeição é cada vez mais comum, especialmente em contextos de trabalho e desenvolvimento profissional. No entanto, essa expectativa elevada pode gerar frustração, ansiedade e a sensação constante de não ser suficiente. Focar apenas no resultado ideal pode fazer com que a pessoa desconsidere todo o caminho percorrido. Isso reduz a percepção de conquista e dificulta o reconhecimento do próprio esforço.

Valorizar o progresso significa reconhecer avanços, mesmo que pequenos, e entender que o desenvolvimento acontece de forma gradual. Cada etapa superada contribui para a construção de habilidades e para o fortalecimento da confiança.

Adotar uma visão mais realista e acolhedora sobre o próprio desempenho favorece o bem-estar e a motivação. Afinal, mais importante do que fazer tudo perfeitamente é continuar evoluindo, aprendendo e se desenvolvendo ao longo do caminho.

Caso precise de suporte especializado ou acolhimento psicológico, o Núcleo Psicopedagógico do Saber pode te ajudar. Solicite agendamento ao seu instrutor.

Também preparamos uma lista de instituições que oferecem psicoterapia gratuita ou com valores acessíveis. Para conferir, clique aqui ou use o QR Code abaixo:

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