Aguarde, carregando...

Saber Saber|47ª Edição – Edição: 09/03/26 a 13/03/2026
  • 09/03/2026
  • 13/03/2026

Saber News: 47ª Edição – Edição: 09/03/26 a 13/03/2026

Reflexão da Semana 💭

“Quem olha para fora sonha, quem olha para dentro desperta.” – Carl Gustav Jung

Carreira e desenvolvimento 👨‍🎓

 

 

Falar no trabalho é mais difícil do que parece? Pesquisa revela os maiores desafios de comunicação no trabalho

Falar em público, dar opiniões ou até dizer “não” para alguém no trabalho pode ser mais difícil do que parece. Uma pesquisa mostrou que muitos profissionais brasileiros ainda enfrentam desafios quando precisam se comunicar no ambiente profissional.

O estudo foi realizado pela escola de negócios Escola Conquer e ouviu cerca de 500 pessoas de diferentes regiões do Brasil. O resultado revelou que 3 em cada 10 profissionais têm dificuldade para se comunicar de forma clara e direta no trabalho.

Entre as situações mais difíceis estão dar feedbacks negativos, cobrar prazos ou resultados e até discordar de um chefe. Receber críticas também aparece como um desafio para muitas pessoas.

Veja alguns dos principais desafios apontados pela pesquisa:

  • Dar feedbacks negativos para colegas ou equipe
  • Cobrar tarefas ou prazos
  • Discordar da liderança
  • Receber críticas sobre o próprio trabalho
  • Falar sobre problemas ou conflitos no ambiente profissional

Outro ponto interessante é que falar em público, algo que muita gente teme, também aparece na lista de dificuldades.

Especialistas explicam que a comunicação é uma das habilidades mais importantes no mercado de trabalho hoje. Saber expressar ideias, ouvir outras pessoas e lidar com conversas difíceis pode fazer muita diferença no crescimento profissional.

A boa notícia é que isso pode ser aprendido e treinado. Segundo a pesquisa, muitas pessoas acreditam que treinamentos práticos, feedbacks mais claros e métodos para lidar com conversas difíceis podem ajudar bastante a melhorar a comunicação no trabalho.

 

Competências que nunca saem de moda no mercado de trabalho

O mundo do trabalho está mudando o tempo todo. Novas tecnologias aparecem, profissões mudam e as empresas passam a exigir novas habilidades. Mas, mesmo com tantas transformações, algumas competências continuam importantes em qualquer época. Elas são chamadas de competências atemporais.

Essas habilidades ajudam as pessoas a crescer profissionalmente e lidar melhor com desafios, independentemente da profissão ou da tecnologia do momento.

Uma delas é o autoconhecimento. Isso significa entender melhor seus valores, emoções e limites. Quando uma pessoa se conhece bem, consegue tomar decisões mais conscientes e agir com mais equilíbrio, mesmo em situações de pressão.

Outra competência importante é agir com ética e propósito. No ambiente de trabalho, isso significa agir com responsabilidade, respeito e coerência entre o que se fala e o que se faz. Profissionais que demonstram ética ajudam a construir relações de confiança dentro das equipes.

A comunicação e a cooperação também fazem muita diferença. Saber ouvir, conversar com clareza e trabalhar em equipe é essencial para alcançar bons resultados. Afinal, hoje em dia os desafios são cada vez mais complexos e quase nunca são resolvidos por uma pessoa sozinha.

Além disso, é importante saber definir metas e entender o cenário ao redor. Isso significa observar o que está acontecendo no mercado, identificar oportunidades e tomar decisões mais estratégicas.

Por fim, duas habilidades se tornaram fundamentais para lidar com um mundo cheio de mudanças: resiliência e inteligência emocional. Elas ajudam a enfrentar dificuldades, aprender com erros e manter o equilíbrio mesmo em momentos de pressão.

No final das contas, mesmo que profissões e tecnologias mudem, essas competências continuam sendo a base para construir uma carreira sólida e se desenvolver ao longo da vida.

 

Mundo do trabalho

 

 

E se uma IA estivesse no seu ouvido durante o expediente? O Burguer King aposta nessa ideia

O Burger King começou a testar uma novidade tecnológica nos Estados Unidos: um assistente de inteligência artificial que funciona diretamente no fone de ouvido dos funcionários.

O sistema se chama Patty e faz parte de uma plataforma chamada BK Assistant, desenvolvida com tecnologia da OpenAI. Por enquanto, a novidade está em fase de testes em cerca de 500 lanchonetes americanas e ainda não tem previsão para chegar ao Brasil.

O que essa IA faz?

A ferramenta escuta as conversas no drive-thru e analisa como está o atendimento. Ela verifica, por exemplo, se o funcionário usa expressões como “bem-vindo”, “por favor” e “obrigado”. A empresa também trabalha para que o sistema consiga identificar o tom de voz, avaliando se a pessoa parece simpática ou não.

Mas a IA não serve só para avaliar. Ela também ajuda no dia a dia da equipe. O funcionário pode perguntar quantas fatias de bacon vão em um sanduíche específico ou como limpar uma máquina de milk-shake. O sistema também avisa os gerentes se algum equipamento quebrar ou se algum ingrediente acabar, atualizando o cardápio digital rapidamente.

Segundo o diretor digital da rede, em entrevista ao portal The Verge, a ideia é que a tecnologia funcione como ferramenta de apoio e treinamento, e não apenas como fiscal de atendimento.

E o atendimento automático ao cliente?

Apesar de investir nessa tecnologia interna, o Burger King está sendo mais cuidadoso quando o assunto é usar IA para atender clientes diretamente. A empresa testa pedidos automáticos em menos de 100 restaurantes e considera que ainda é arriscado substituir totalmente o contato humano.

Essa cautela tem motivo. Em 2024, o McDonald’s encerrou um projeto de atendimento automático criado em parceria com a IBM. O sistema não atingiu a precisão esperada e acabou cometendo erros que viralizaram nas redes sociais, como adicionar quantidades exageradas de produtos aos pedidos.

Por isso, pelo menos por enquanto, o Burger King prefere usar a inteligência artificial como apoio para os funcionários, em vez de colocar a tecnologia sozinha na linha de frente com os clientes.

 

Ciência e Tecnologia

 

 

Como entender o cérebro de um bebê pode ajudar no futuro

Os primeiros anos de vida são como a “fase de instalação” do cérebro. É nesse período que as conexões neurais crescem em alta velocidade e ajudam a formar tudo o que usamos depois: memória, fala, atenção, emoções e aprendizado.

Um estudo feito por pesquisadores do Brasil, da África do Sul e dos Estados Unidos quis entender melhor como esse processo acontece. A pesquisa foi publicada na revista Imaging Neuroscience.

O que os cientistas fizeram?

Eles acompanharam mais de 800 crianças entre 3 meses e 2 anos usando um exame chamado EEG (eletroencefalograma), que registra a atividade elétrica do cérebro.

Enquanto os bebês brincavam ou assistiam a vídeos, os pesquisadores conseguiam observar o cérebro funcionando quase em tempo real, em frações de segundo.

O que eles descobriram foi surpreendente: mesmo tão pequenos, os bebês já apresentam redes neurais parecidas com as de adultos. Isso significa que a “estrutura básica” do cérebro já está ali desde cedo, mas ainda passa por ajustes e amadurecimento ao longo do crescimento.

O que são “microestados”?

Nos bebês, o cérebro muda de “modo” muito rapidamente. Esses pequenos momentos foram chamados de microestados no estudo.

Cada microestado parece representar uma rede do cérebro ligada a uma função específica, como ouvir, enxergar ou prestar atenção. O cérebro alterna entre esses estados o tempo todo. É justamente essa troca rápida que permite que a criança perceba o ambiente, reaja a estímulos e aprenda coisas novas.

Em outras palavras: o cérebro do bebê já trabalha em equipe, com várias áreas se organizando e se revezando para entender o mundo.

Importância do estudo

Entender como o cérebro se organiza nos primeiros anos ajuda médicos e educadores a perceberem quando algo pode estar fora do esperado.

Cada criança tem seu próprio ritmo, e existe uma faixa considerada “típica” de desenvolvimento. Pequenas variações são normais. Mas quando certas alterações aparecem de forma persistente, podem indicar a necessidade de investigação mais cuidadosa.

O estudo ajuda a diferenciar o que faz parte do amadurecimento natural do cérebro e o que pode ser um sinal de desvio no neurodesenvolvimento.

O que muda no futuro?

Os pesquisadores sugerem que, no futuro, esse tipo de mapeamento pode ajudar a criar intervenções mais específicas. Em vez de tratar o desenvolvimento como algo “normal ou atrasado”, a ideia é entender que diferentes áreas do cérebro amadurecem em ritmos próprios.

Assim, seria possível identificar mais cedo quando alguma função está seguindo um caminho diferente e oferecer apoio de forma mais direcionada.

No fim das contas, o estudo mostra que o cérebro dos bebês é muito mais organizado e ativo do que parece, e que entender esses primeiros anos pode fazer diferença no cuidado e no desenvolvimento ao longo da vida.

 

Saúde

 

 

Estudo aponta que quase todos os fones de ouvido contêm substâncias perigosas

Você usa fone de ouvido quase todo dia? Para ouvir música, ver vídeos, jogar ou estudar?

Um estudo feito na Europa trouxe um alerta importante: quase todos os fones de ouvido analisados continham substâncias químicas que podem ser prejudiciais à saúde.

A pesquisa foi realizada pelo projeto ToxFree LIFE for All e divulgada pelo jornal The Guardian.

O que foi encontrado?

Os cientistas analisaram 81 modelos diferentes de fones, tanto aqueles que vão dentro da orelha quanto os maiores, que cobrem a orelha inteira.

O resultado chamou atenção:

  • 98% dos fones tinham Bisfenol A, conhecido como BPA.
  • Mais de 75% tinham Bisfenol S, o BPS, usado como substituto do BPA.

Essas substâncias são chamadas de desreguladores endócrinos. Isso significa que elas podem imitar hormônios do nosso corpo, como o estrogênio, e interferir no funcionamento natural do organismo.

Segundo o estudo, esse tipo de composto já foi associado a problemas hormonais, puberdade precoce e até maior risco de alguns tipos de câncer.

Como isso pode afetar quem usa?

O ponto que mais preocupa os pesquisadores é que essas substâncias não ficam “presas” no plástico. Elas podem migrar para o corpo com o tempo.

O risco aumenta quando:

  • o uso é diário e por muitas horas
  • há contato direto com a pele
  • a pessoa está suando, como durante exercícios físicos

Apesar disso, os especialistas explicam que não há um risco imediato, como algo que cause um problema de um dia para o outro. A preocupação é com a exposição prolongada ao longo dos anos, principalmente em adolescentes.

Então devo parar de usar fone?

O estudo não diz para ninguém abandonar os fones de ouvido, mas levanta um debate importante sobre segurança e qualidade dos materiais usados nesses produtos.

Ele também reforça a importância de mais fiscalização e de alternativas mais seguras na fabricação de eletrônicos que usamos todos os dias.

A pergunta que fica é: se usamos esses aparelhos por horas, quase todos os dias, será que sabemos mesmo do que eles são feitos?

 

Educação

 

 

📚 15 de março: por que existe o Dia da Escola?

Você já parou para pensar por que a escola tem um dia só dela?
No Brasil, o Dia da Escola é comemorado em 15 de março. A data foi escolhida pelo Congresso Nacional para valorizar um dos espaços mais importantes da nossa formação.

Mas escola não é só prova, trabalho e chamada. É onde a gente aprende matemática, sim… mas também aprende a conviver, argumentar, respeitar diferenças, descobrir talentos e até repensar quem quer ser no futuro. Ao longo de cerca de 13 anos, passamos pela Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio. É praticamente uma maratona da vida real.

Qual a importância da data?

A educação é um direito garantido pela Constituição brasileira. Mais do que conteúdo, a escola é um espaço de encontro: pessoas com histórias, crenças, culturas e jeitos diferentes dividem o mesmo corredor. No Dia da Escola, muitas instituições promovem atividades especiais para aproximar alunos, famílias e comunidade. É uma forma de lembrar que aprender não é tarefa solitária.

E como tudo começou no Brasil?

A história da escola por aqui começa lá atrás, por volta de 1540, com a chegada dos portugueses. A primeira escola do Brasil surgiu em 1549, em Salvador, na Bahia.

Ela foi criada pelos padres Manuel de Nóbrega e Rijo Rodrigues. O primeiro professor oficial do país foi José de Anchieta, que dava aulas no mesmo espaço onde celebrava missas.

Mais tarde, o controle da educação saiu das mãos dos jesuítas durante o período do Marquês de Pombal, em Portugal. A responsabilidade passou para o Estado, mudando o sistema de ensino. Após a Independência do Brasil, no reinado de Dom Pedro I, surgiram as primeiras tentativas de organizar oficialmente a educação no país.

 

Entre inovação e empatia: os desafios da IA na sala de aula

Você já ouviu alguém dizer que a inteligência artificial é a solução para tudo?
Trabalho, estudo, produtividade, criatividade… parece que agora basta perguntar para um algoritmo.

Mas nem todo mundo está batendo palmas.

Durante um evento da Universidade Stanford sobre o futuro do aprendizado e do trabalho, a socióloga Allison Pugh, professora da Universidade Johns Hopkins, fez um alerta importante: estamos idealizando a IA sem pensar nas consequências.

💬 O que a IA não substitui?

Para escrever seu livro The Last Human Job, Pugh entrevistou por cinco anos profissionais que ela chama de “trabalhadores da conexão”: médicos, enfermeiros, terapeutas, cuidadores, cabeleireiros. Gente que trabalha com algo que não dá para automatizar facilmente: empatia.

Segundo ela, o que o ser humano faz de melhor é enxergar o outro. Não é só resolver um problema técnico, é criar vínculo.

E aí vem a pergunta incômoda: Se a IA começar a ocupar espaços de ensino, mentoria e companhia, o que acontece com essa parte humana?

🤖 IA nas escolas: novas regras estão chegando

No Brasil, o debate sobre até onde a inteligência artificial deve ir na educação já está acontecendo de forma concreta.

O Conselho Nacional de Educação marcou para 16 de março a votação das regras sobre o uso de IA nas escolas e universidades. Uma primeira versão do texto já começou a ser discutida, mas o Ministério da Educação pediu alguns ajustes antes da decisão final.

📚 O que pode mudar na prática?

As novas regras tratam de pontos como:

  • Como a IA pode entrar no currículo dos alunos
  • Como professores podem usar a ferramenta no dia a dia
  • O que é permitido e o que é proibido

Um detalhe importante: a IA poderá ajudar, mas não poderá substituir o professor.

Por exemplo:

✔️ Pode auxiliar na correção de questões objetivas.

❌ Não pode corrigir automaticamente redações ou avaliações dissertativas.

A análise final e as decisões continuam sendo responsabilidade do professor.

E os alunos?

As escolas também terão que ensinar mais sobre o uso consciente da tecnologia. Isso inclui:

  • Entender como a IA funciona
  • Conhecer riscos e benefícios
  • Discutir questões éticas
  • Desenvolver pensamento crítico

Ou seja, não é só usar a ferramenta. É aprender a usar com responsabilidade.

E quem está se formando para ser professor?

Os cursos de licenciatura também precisarão preparar futuros docentes para trabalhar com IA de forma crítica e ética, inclusive em ambientes digitais e híbridos.

O que acontece agora?

O texto ainda passará por votação, consulta pública e aprovação final antes de virar regra oficial.

 

Brasil e Mundo

 

 

Como uma guerra distante pode deixar as coisas mais caras aqui?

Imagine que um conflito que acontece do outro lado do planeta pode mexer diretamente no preço da gasolina, da comida e até da conta de luz aqui no Brasil. Parece distante… mas não é.

Como uma guerra pode afetar o seu bolso?

A guerra envolvendo o Irã, no Oriente Médio, já começou a mexer com a economia mundial. Logo nos primeiros dias do conflito, duas coisas importantes aconteceram:

  • O petróleo ficou mais caro.
  • O dólar subiu e passou de R$ 5,15.

Por que o petróleo importa tanto?

O petróleo não serve apenas para fazer gasolina. Ele também é usado para produzir várias coisas do nosso cotidiano, como:

  • combustíveis (gasolina e diesel)
  • plásticos
  • borracha
  • fertilizantes usados na agricultura
  • até alguns medicamentos

Quando o preço do petróleo sobe, acontece um efeito dominó: transportar produtos fica mais caro, produzir também, e muitos preços acabam subindo.

Um exemplo simples: se o diesel fica mais caro, o frete dos caminhões também aumenta. E como grande parte dos produtos no Brasil viaja de caminhão, isso pode encarecer comida, roupas e vários outros itens.

Agricultura também sente o impacto 🌾

O agronegócio depende muito de:

  • máquinas agrícolas movidas a combustível
  • fertilizantes importados

E o Brasil importa muitos fertilizantes do Irã. Se a guerra atrapalhar essa relação comercial, o custo da produção agrícola pode subir.

E a gasolina?

A gasolina é um dos preços que mais pesam na inflação no Brasil.
Ela representa cerca de 5% do índice oficial de inflação, o IPCA.

Se o petróleo continuar caro, existe uma grande chance de a gasolina também subir.

O dólar também entra na história

Em momentos de crise ou guerra, muitos investidores correm para ativos considerados mais seguros. Um deles é o dólar.

Quando o dólar sobe:

  • produtos importados ficam mais caros
  • empresas pagam mais por matérias-primas estrangeiras
  • isso pode aumentar ainda mais os preços dentro do país

E os juros no Brasil?

O Banco Central do Brasil acompanha tudo isso de perto.
Se a inflação começar a subir por causa da guerra, pode acontecer algo importante:

os juros podem parar de cair ou até subir.

Isso pode deixar financiamentos, cartões e empréstimos mais caros e desacelerar a economia.

Resumindo

Um conflito longe daqui pode gerar uma reação em cadeia:

Guerra → petróleo mais caro → transporte mais caro → produtos mais caros → impacto no bolso.

A economia mundial funciona como uma grande rede. Quando algo puxa um fio lá longe, muitas outras partes acabam se mexendo também.

 

💊 Remédio no supermercado? Projeto é aprovado e vai para sanção

Já imaginou comprar arroz, pão… e remédio no mesmo lugar? Essa possibilidade está mais perto de virar realidade.

A Câmara dos Deputados aprovou um projeto que permite a venda de medicamentos em supermercados. O texto já tinha passado pelo Senado e agora segue para sanção do presidente para virar lei.

Como vai funcionar?

Não será remédio jogado na prateleira ao lado do chocolate.

O projeto determina que, se o supermercado quiser vender medicamentos, terá que ter uma farmácia separada, em um espaço exclusivo e delimitado dentro da loja. Nada de misturar com produtos comuns.

Além disso, será obrigatória a presença de um farmacêutico durante todo o horário de funcionamento. Ou seja, precisa ter um profissional habilitado para orientar os clientes.

E os medicamentos controlados?

Esses continuam com regras mais rígidas. A entrega só poderá ser feita após o pagamento e seguindo as exigências já existentes.

Por que o tema gerou debate?

A proposta dividiu opiniões.

Quem defende diz que pode aumentar a concorrência e, com isso, reduzir preços. Mais lugares vendendo poderia significar mais acesso.

Quem critica alerta para o risco de aumentar a automedicação. O próprio Conselho Federal de Farmácia reforça a importância da orientação profissional no uso de medicamentos, lembrando que remédio não é produto comum e pode causar efeitos colaterais ou interações perigosas.

E agora?

O texto ainda precisa ser sancionado para virar lei. Se isso acontecer, supermercados poderão ter uma espécie de “farmácia interna”, seguindo as regras definidas.

A discussão levanta uma questão importante: facilitar o acesso é positivo, mas como garantir que o uso continue sendo responsável?

 

Já pensou ganhar R$ 5 mil ao abrir um lata de Coca? 🥤

Já pensou abrir uma latinha e ouvir um “GOOOOL”?

Se você já entra no clima quando o assunto é Copa do Mundo, segura essa: a Coca-Cola lançou uma edição limitada de latas que, ao serem abertas, trocam o barulho tradicional do gás por um grito de gol de arquibancada.

A novidade faz parte da campanha criada para celebrar o ano da Copa do Mundo FIFA 2026. A ideia é simples: transformar o momento de abrir o refrigerante em um mini estádio.

E não é só o som que surpreende

Algumas dessas latinhas são premiadas e podem render R$ 5 mil na hora. O próprio áudio de torcida já indica que aquela unidade é premiada.

Outras marcas do grupo, como Fanta e Sprite, também participam da promoção, com embalagens identificadas por tampas e anéis verdes.

Como participar?

É preciso ficar de olho na embalagem. Dentro da tampa ou do lacre das latas participantes há um código.

Basta cadastrar esse código no WhatsApp oficial da promoção para receber um número da sorte.

O que dá para ganhar?

Quem participa pode concorrer a:

  • Viagens para assistir aos jogos da Copa do Mundo de 2026
  • Prêmios instantâneos, como TVs e consoles
  • Outras recompensas distribuídas ao longo da campanha

Agora fica a pergunta: da próxima vez que você abrir uma lata… será só refrigerante ou um grito de gol na sua mão? ⚽🥤

 

Entretenimento

 

 

Hit da Torcida: A próxima música da seleção brasileira pode ser sua!

Já imaginou criar a próxima música que vai embalar a seleção brasileira na Copa do Mundo?

Essa é a proposta do concurso “Hit da Torcida”, que quer escolher uma nova canção para acompanhar o Brasil na Copa de 2026.

A ideia é simples: encontrar um novo hino para a torcida cantar nas arquibancadas. A música vencedora será apresentada no dia 31 de maio, durante um amistoso da seleção no Maracanã.

O projeto é organizado pelo jornalista e influenciador Tomer Savoia, em parceria com a plataforma Sua Música.

Por que criar uma nova música?

Os organizadores acreditam que faz tempo que o Brasil não lança um novo canto que realmente “pegue” entre os torcedores. A ideia é resgatar essa tradição e dar espaço para que o próprio público escolha a próxima trilha sonora da seleção.

Quem pode participar?

Qualquer brasileiro maior de 18 anos pode se inscrever, mesmo sem experiência profissional na música.

O processo vai funcionar assim:

  • Primeiro, um júri técnico vai analisar as músicas inscritas.
  • Depois, oito finalistas serão escolhidos.
  • A partir daí, começa a disputa direta, com quartas de final, semifinal e final.
  • Quem decide o campeão é o público, por votação online.

E o prêmio?

Não é só reconhecimento.

O vencedor terá sua música tocada no Maracanã e ainda vai ganhar uma viagem para assistir à estreia do Brasil na Copa do Mundo de 2026 ao lado de Tomer Savoia. Passagem, hospedagem, transporte e ingresso já estão incluídos.

Agora a pergunta é: se você tivesse que criar um hit para a seleção, ele seria mais animado, mais emocionante ou daqueles que grudam na cabeça na primeira vez que escuta?

 

Curiosidade 🔎

 

 

O primeiro Toy Story foi animado numa planilha de Excel?

Você sabia que Toy Story foi o primeiro filme de animação da história feito totalmente por computador? Ele chegou aos cinemas em 1995 e mudou para sempre a forma como as animações são produzidas.

Antes dele, quase todos os filmes animados eram desenhados à mão, como O Rei Leão, Aladdin e A Bela e a Fera. A ideia de criar um longa inteiro em 3D era algo totalmente novo e muita gente nem sabia se daria certo.

Mas deu muito certo! A história dos brinquedos Woody e Buzz Lightyear conquistou o público e arrecadou cerca de 363 milhões de dólares no mundo, se tornando um enorme sucesso.

O mais curioso é que, enquanto criavam o filme, os profissionais da Pixar também precisavam inventar a tecnologia necessária para produzir as cenas. Algumas sequências que duram poucos minutos levaram semanas para serem finalizadas.

E tem mais uma curiosidade interessante: a interface do programa usado para animar os personagens era bem diferente do que imaginamos hoje. Em vez de telas cheias de imagens e botões modernos, muitos comandos apareciam em janelas que lembravam planilhas, parecidas com o visual do Microsoft Excel. Os animadores ajustavam números e parâmetros para controlar movimentos, luzes e posições dos personagens.

Além da tecnologia, outro segredo do sucesso foi a história. O filme mostrou que animações podem divertir crianças e adultos ao mesmo tempo, com personagens cheios de personalidade e mensagens sobre amizade, ciúme e cooperação.

Graças a esse sucesso, a Pixar se tornou um dos estúdios de animação mais famosos do mundo e abriu caminho para muitos outros filmes animados em 3D que vieram depois.

Então, respondendo à pergunta do título: o filme não foi programado em planilhas de Excel, mas a aparência de parte das ferramentas usadas pelos animadores lembrava bastante uma planilha. 🎬

 

Bem-estar 🧘‍♀️

Nesta seção, o time de Psicólogas do Saber compartilha dicas valiosas de bem-estar e saúde mental. Nosso objetivo é trazer reflexões e orientações simples, mas importantes, para ajudar você a cuidar da mente e tornar o dia a dia mais leve e equilibrado.

 

Noites quentes, mente cansada? O que você come e o horário do jantar podem estar sabotando seu sono

Crononutrição e Sono no Calor

Crononutrição é alinhar o que, quanto e quando comemos ao nosso relógio biológico. Nosso corpo não metaboliza os alimentos da mesma forma de manhã, à tarde e à noite e o calor intensifica essas diferenças. Ignorar isso costuma bagunçar energia, humor e saúde mental.

Com as noites quentes de 2026, o corpo demora mais para baixar a temperatura, a produção de melatonina (hormônio do sono) cai e o sono fica mais fragmentado e superficial, o que afeta diretamente o humor, a paciência e a atenção, e se a alimentação estiver desalinhada, o efeito é ainda pior.

Prefira jantar mais cedo, comer menos volume à noite, beber água ao longo do dia (não tudo à noite), evitar cafeína após o meio da tarde e preferir alimentos frescos e naturais, proporcionando um sono mais profundo, melhor regulação emocional, menos fadiga mental e mais clareza cognitiva.

Caso precise de suporte especializado ou acolhimento psicológico, o Núcleo Psicopedagógico do Saber pode te ajudar. Solicite agendamento ao seu instrutor.

Também preparamos uma lista de instituições que oferecem psicoterapia gratuita ou com valores acessíveis. Para conferir, clique aqui ou use o QR Code abaixo:

 

Tô no Saber

Nesta semana, trazemos o relato da Letícia. Em seu depoimento, ela compartilha um pouco da sua trajetória, destacando as experiências de aprendizado, o apoio das instrutoras e as amizades construídas ao longo do caminho. Com gratidão, Letícia conta como essa vivência contribuiu para o seu desenvolvimento profissional e marcou de forma positiva o início da sua jornada no mercado de trabalho.

 

Letícia Andrade - Jovem aprendiz (unidade Campinas)

Olá, pessoal. Eu me chamo Letícia e sou aprendiz do Saber na unidade de Campinas.

Quero deixar registrado a minha gratidão pela instituição do SABER que me proporcionou experiências incríveis e tive o privilégio de desfrutar de um aprendizado dinâmico e construtivo em meus treinamentos.

Agradeço às instrutoras da minha unidade que sempre acolheu, instruiu com carinho e respeito. São profissionais excelentes e capacitados para essa missão de ingressar o jovem no mercado de trabalho.

Tive a oportunidade de fazer amizades com pessoas admiráveis e que me auxiliaram na minha jornada profissional dando conselhos construtivos e apoio. Essa instituição foi um divisor de águas em meu processo profissional e tenho certeza que será para mais jovens.

Obrigado a todos e principalmente ao SABER pela dedicação e cuidado com os aprendizes.

 

Sugestões da semana

>

Indicação do Pablo Oliveira, da unidade de Guarulhos, Giovanna Lima da Costa da unidade Unimetrocamp Campinas

A história acompanha Victor Frankenstein (Oscar Isaac), um cientista brilhante que, movido pela dor e pela obsessão, decide desafiar os limites da vida e da morte ao criar um ser a partir da ciência. A criatura, vivida por Jacob Elordi, nasce sem afeto e precisa enfrentar a rejeição de um mundo que a enxerga como ameaça.

Com ambientação gótica no século XIX, o filme mistura drama e reflexão ao discutir responsabilidade, solidão e as consequências das próprias escolhas — mostrando que, muitas vezes, o verdadeiro monstro pode ser quem cria, e não quem é criado.

>

Indicação da Nathalia Dantas Meneghini, da Unidade UniBTA-Consolação

Um Gato de Rua Chamado Bob é a história real de James Bowen, um músico de rua em Londres que estava em recuperação da dependência química quando encontrou um gato ruivo ferido no corredor do prédio onde morava. Esse encontro inesperado mudou tudo.

Bob passou a acompanhar James nas apresentações pelas ruas da cidade, chamando a atenção de quem passava e transformando não só a forma como ele era visto, mas principalmente como ele via a si mesmo.

Mais do que companhia, o gato se tornou motivação e responsabilidade — um ponto de apoio para que James seguisse firme no tratamento e reconstruísse sua vida. Inspiradora e sensível, a história fala sobre amizade, recomeços e como pequenos encontros podem gerar grandes transformações.

>

Sugestão do Pedro Henrique, da unidade Conselheiro

Smallville (2001–2011) é uma série que acompanha a juventude de Clark Kent antes de se tornar o Superman. Ambientada na pequena cidade do Kansas, a trama mostra Clark (Tom Welling) tentando equilibrar escola, amizades e paixões enquanto descobre e aprende a controlar seus poderes.

Ao longo de 10 temporadas, vemos sua evolução — dos conflitos da adolescência ao peso de entender seu verdadeiro destino. A série também explora sua relação com Lana Lang e a complexa amizade (e futura rivalidade) com Lex Luthor, além das ameaças causadas pela kryptonita que atinge a cidade.

Mais do que ação, Smallville fala sobre identidade, escolhas e o caminho entre ser apenas um garoto comum e assumir o papel de herói.

Compartilhe esta edição:
Tô no Saber! ✨

Agora é a sua vez de brilhar no nosso jornal! 🎉

Você, jovem, também poderá fazer parte do Saber News. Basta entrar no link abaixo e mandar um depoimento contando um pouquinho da sua trajetória por aqui. A gente quer ouvir (e mostrar!) a sua história! 😄✨

https://forms.gle/5t7uSzcBBQfB2PyJ9

Sugestões 😃

Chegou a sua vez de contribuir para o nosso jornal! Através do link abaixo, você pode sugerir notícias, filmes, séries, livros ou qualquer ideia interessante que tiver na cabeça! 🚀🔥

https://forms.gle/PNjbt1oPiLBrTiUH6

Curtiu nosso jornal? 🤩

Registre seu momento lendo e compartilhe com a gente! Marque nosso @ 💙 e use a #SABERNEWS para aparecer nas nossas redes! 😎📚

Instagram: @saberaprendizes

Facebook: @saberaprendizes

Linkedin: @saberaprendizes

Canais de atendimento 📲

Em caso de assédio, racismo ou qualquer tipo de violência, não se cale. Nosso canal de denúncias está disponível para ouvir você com sigilo e responsabilidade. Entre em contato pelo e-mail ouvidoria@saberaprendizes.org.br e ajude a manter um ambiente seguro e respeitoso para todos.

Para dúvidas gerais, entre em contato através do e-mail aprendizes@saberaprendizes.org.br

Saber nunca é demais 🧠
Visão geral da privacidade

Este site utiliza cookies para que possamos lhe proporcionar a melhor experiência de usuário possível. As informações dos cookies são armazenadas no seu navegador e desempenham funções como reconhecê-lo quando você retorna ao nosso site e ajudar nossa equipe a entender quais seções do site você considera mais interessantes e úteis.