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Saber Saber|48ª Edição: 16/03/26 a 21/03/26
  • 16/03/2026
  • 21/03/2026

Saber News: 48ª Edição: 16/03/26 a 21/03/26

Reflexão da Semana 💭

“A verdadeira viagem de descoberta não consiste em procurar novas paisagens, mas em ter novos olhos.” — Marcel Proust

Carreira e desenvolvimento 👨‍🎓

Nem todo líder precisa falar alto: o crescimento da liderança silenciosa

🧠 Liderança silenciosa ganha destaque no mercado de trabalho

Um estilo de liderança menos barulhento e mais estratégico vem ganhando espaço nas empresas: a liderança silenciosa.

Diferente do estereótipo do líder que fala alto e domina reuniões, esse modelo valoriza a escuta, a reflexão e a influência construída pela confiança.

Especialistas como, Nadya Ramos apontam que alguns dos líderes mais eficazes não são os mais expansivos, mas aqueles que sabem quando falar, quando ouvir e como agir com intenção.

O que é liderança silenciosa

A liderança silenciosa prioriza influência em vez de performance pública.

Isso significa que o líder não precisa dominar todas as conversas para exercer autoridade. Em vez disso, ele:

  • escuta com atenção antes de tomar decisões
  • reflete antes de agir
  • comunica-se de forma clara e objetiva quando necessário

Esse tipo de liderança não é passiva. Pelo contrário: ela exige discernimento para agir no momento certo e com propósito.

O que dizem as pesquisas

Apesar de muitas empresas associarem liderança a perfis mais extrovertidos, pesquisas mostram que líderes mais introvertidos podem ser até 28% mais produtivos do que seus pares extrovertidos.

Isso acontece porque esses líderes tendem a:

  • incentivar a participação da equipe
  • dar mais autonomia aos colaboradores
  • criar ambientes de trabalho com maior segurança psicológica

Essas características favorecem inovação, colaboração e melhores resultados.

🤝 Como líderes silenciosos atuam no dia a dia

Na prática, esse estilo de liderança se manifesta em algumas atitudes:

  • Escuta ativa: o líder realmente considera as opiniões da equipe antes de decidir.
  • Controle emocional: mantém a calma mesmo em situações de pressão.
  • Empoderamento da equipe: em vez de apenas dar ordens, incentiva os profissionais a desenvolver suas próprias soluções.
  • Comunicação intencional: quando fala, o líder é direto e traz contribuições relevantes.

⚖️ Silêncio não significa ausência de liderança

Especialistas alertam que silêncio não pode significar falta de direção.

Para funcionar, a liderança silenciosa precisa vir acompanhada de clareza nas decisões e responsabilidade nas ações. Caso contrário, pode gerar insegurança ou falta de orientação para a equipe.

📈 Uma tendência no mercado

Em um ambiente de trabalho cada vez mais complexo e colaborativo, empresas começam a valorizar líderes capazes de ouvir, refletir e construir confiança.

Em um mundo corporativo marcado por excesso de informação e pressão por resultados, a liderança silenciosa surge como uma forma mais equilibrada e eficaz de conduzir equipes.

Hobby sem cobrança: por que você não precisa ser perfeito

Em uma rotina cada vez mais marcada por produtividade e desempenho, a ideia de fazer algo apenas por prazer parece ter ficado em segundo plano. Ter um hobby — mesmo sem ser bom nele — pode ser extremamente importante para o bem-estar.

Nem tudo precisa virar produtividade

Hoje, muitas pessoas acabam transformando hobbies em metas. Aprender um instrumento precisa virar performance, cozinhar precisa virar conteúdo para redes sociais, e praticar esportes precisa gerar evolução constante.

Essa mentalidade pode acabar gerando mais cobrança do que prazer.

Ter um hobby, no entanto, deveria significar justamente o contrário: um espaço livre de pressão, onde o objetivo principal é relaxar, experimentar e se divertir.

O valor de fazer algo só por prazer

Atividades de lazer ajudam o cérebro a desacelerar e podem trazer benefícios importantes para a saúde mental. Entre eles:

  • redução do estresse
  • estímulo à criatividade
  • sensação de satisfação pessoal
  • equilíbrio entre vida pessoal e trabalho

Quando não existe a cobrança por desempenho, o hobby se torna um momento genuíno de descanso mental.

A pressão por ser bom em tudo

Em uma cultura que valoriza resultados e performance, muitas pessoas acabam desistindo de hobbies por acharem que não são boas o suficiente.

Especialistas lembram que o valor de um hobby não está na habilidade, e sim na experiência. O físico Albert Einstein, por exemplo, costumava tocar violino como forma de relaxamento e estímulo à criatividade, mostrando que atividades fora do trabalho também podem contribuir para o equilíbrio mental.

Desenhar, tocar violão, cozinhar, fotografar ou praticar um esporte podem continuar sendo atividades valiosas mesmo quando feitas apenas por diversão.

🌱 Um espaço para experimentar

Ter um hobby também permite explorar interesses, aprender coisas novas e sair um pouco da lógica de produtividade constante.

Mais do que dominar uma habilidade, o importante é ter um momento para experimentar, errar, aprender e aproveitar o processo.

No fim das contas, talvez a melhor parte de um hobby seja justamente essa: não precisar ser perfeito para aproveitar.

Mundo do trabalho

Relações no trabalho: até onde vai a amizade?

Passar muitas horas por dia no trabalho faz com que colegas dividam rotinas, desafios e até momentos pessoais. Essa convivência intensa pode dar a impressão de que as relações no ambiente profissional são semelhantes às amizades da vida pessoal. No entanto, colegas de trabalho nem sempre são amigos — e compreender essa diferença serve como um alerta para manter limites profissionais e evitar conflitos no ambiente corporativo

Convivência não é o mesmo que amizade

No ambiente corporativo, as relações geralmente são construídas a partir de objetivos profissionais em comum. Pessoas trabalham juntas para cumprir metas, entregar resultados e colaborar em projetos.

Isso pode gerar proximidade, conversas pessoais e até momentos de descontração, mas ainda assim existe um limite: o contexto continua sendo profissional.

Diferente das amizades fora do trabalho, as relações no escritório podem ser influenciadas por fatores como hierarquia, competição e avaliações de desempenho.

O que pode acontecer ao confundir colegas de trabalho com amigos

  • Acusações de favoritismo: Relações muito próximas podem gerar a impressão de tratamento preferencial, principalmente em equipes ou cargos de liderança.
  • Fofocas no ambiente de trabalho: A proximidade excessiva pode alimentar comentários e especulações entre outros colegas.
  • Queda na produtividade: Brincadeiras constantes e conversas fora de contexto podem acabar criando distrações durante o expediente.
  • Conflitos profissionais: Quando surgem desacordos no trabalho, a relação pessoal pode tornar a situação mais delicada.
  • Expectativas frustradas: Nem sempre colegas terão a mesma lealdade de um amigo fora do ambiente profissional.
  • Dificuldade em separar pessoal e profissional: Misturar demais as duas esferas pode gerar desconforto quando decisões de trabalho precisam ser tomadas.

⚖️ Por que essa diferença importa

Confundir relações profissionais com amizades profundas pode gerar expectativas que nem sempre serão correspondidas.

Por exemplo, colegas podem mudar de equipe, disputar uma promoção ou precisar tomar decisões alinhadas aos interesses da empresa. Nessas situações, a relação pode se transformar, mesmo que exista boa convivência.

Entender esse limite ajuda a manter uma postura mais equilibrada e evita decepções.

Relações profissionais também podem ser positivas

Isso não significa que o ambiente de trabalho precisa ser frio ou distante. Pelo contrário: construir relações respeitosas, colaborativas e saudáveis é essencial para um bom clima organizacional.

A diferença está em reconhecer que o vínculo nasce dentro de um contexto profissional.

Em alguns casos, colegas podem sim se tornar grandes amigos com o tempo — mas isso acontece naturalmente, fora das expectativas impostas pelo ambiente de trabalho.

⚖️ Equilíbrio nas relações

Manter limites claros entre vida profissional e pessoal pode ajudar a proteger tanto o bem-estar quanto a carreira.

Criar conexões no trabalho é importante para a colaboração e o crescimento profissional, mas entender a natureza dessas relações permite lidar melhor com mudanças, desafios e decisões dentro das empresas.

Ciência e Tecnologia

E se a noite ficasse iluminada como o dia? Startup planeja lançar espelhos no espaço para iluminar o planeta

Imagine olhar para o céu à noite… e ver um espelho gigante refletindo a luz do Sol para a Terra. Uma startup dos Estados Unidos quer transformar essa ideia em realidade.

A empresa quer colocar milhares de satélites com grandes espelhos em órbita para refletir a luz solar para o lado do planeta que está no escuro. A proposta é que essa luz possa ajudar, por exemplo, a iluminar cidades, auxiliar equipes de resgate ou até permitir que fazendas solares continuem gerando energia mesmo depois do pôr do sol.

O primeiro teste pode acontecer em breve. O plano é lançar um satélite do tamanho aproximado de uma pequena geladeira, equipado com um espelho de cerca de 18 metros de largura. Ele ficaria a cerca de 640 quilômetros de altura, refletindo a luz do Sol para uma área de alguns quilômetros na superfície da Terra. Para quem estivesse olhando do chão, o satélite apareceria como um ponto brilhante no céu, parecido com a Lua cheia.

Mas a ambição da empresa é muito maior. Nos próximos anos, o projeto prevê lançar milhares de satélites e, no futuro, chegar a uma constelação com até 50 mil espelhos espaciais.

A ideia, porém, levanta muitas perguntas entre cientistas. Alguns especialistas se preocupam com possíveis efeitos no ambiente e nos seres vivos. Luz artificial extra durante a noite poderia confundir animais, como aves migratórias e insetos, além de interferir nos ciclos naturais de sono e comportamento dos seres vivos.

Além disso, alguns pesquisadores dizem que a quantidade de luz refletida talvez seja muito menor do que parece quando se fazem as contas. Para produzir uma iluminação realmente forte em um único lugar, seriam necessários milhares de satélites funcionando ao mesmo tempo.

Mesmo assim, a empresa acredita que o experimento pode provar que a ideia funciona. Segundo o fundador do projeto, só será possível saber o impacto real quando o primeiro satélite estiver no espaço.

Por enquanto, só uma coisa é certa: o céu do futuro pode ficar bem diferente do que estamos acostumados a ver. E você, acharia incrível ter “luas artificiais” iluminando a noite ou preferiria manter a escuridão natural do planeta?

O plano dos cientistas para tratar pedras nos rins com minirrobôs

Você já ouviu falar em pedra nos rins? É um problema que pode causar muita dor e, em alguns casos, precisa até de cirurgia para ser resolvido. Mas cientistas estão testando uma solução que parece saída de um filme de ficção científica: mini-robôs que entram no corpo para ajudar a dissolver essas pedras.

A ideia foi apresentada em um estudo publicado na revista científica Advanced Healthcare Materials. Os pesquisadores criaram pequenos dispositivos que podem ser guiados por ímãs até o local da pedra. Quando chegam lá, eles ajudam a mudar a química da urina para que a pedra comece a se dissolver.

Nos testes feitos em laboratório, os cientistas conseguiram reduzir cerca de 30% do tamanho das pedras em cinco dias. Por enquanto, tudo ainda está em fase de pesquisa, mas os resultados animaram os especialistas.

Como esses minirrobôs funcionam?

Nem toda pedra nos rins é igual. Em cerca de 13% dos casos, elas são feitas principalmente de ácido úrico. Esse tipo de pedra aparece quando a urina fica muito ácida.

Os médicos já sabem que, se a urina ficar menos ácida, essas pedras podem começar a se dissolver. É exatamente isso que os mini-robôs tentam fazer.

Cada robô carrega uma enzima chamada “urease”. Quando ela entra em contato com a ureia presente na urina, acontece uma reação química que deixa a urina menos ácida.

Funciona mais ou menos assim:

  1. O mini-robô é guiado por ímãs externos até a pedra.
  2. Ao chegar perto, ele libera a enzima.
  3. A reação química muda o pH da urina (deixa menos ácida).
  4. Nesse novo ambiente, a pedra começa a se dissolver aos poucos.

Mas que tamanho tem esse robô?

Eles são realmente pequenos. Cada dispositivo tem cerca de 1 milímetro de espessura e 12 milímetros de comprimento.

E depois? O robô fica no corpo?

Não. Depois do tratamento, existem duas possibilidades:

  • o robô pode sair naturalmente pela urina, ou
  • os médicos podem retirá-lo usando um ímã externo.

A tecnologia já está pronta?

Ainda não. Até agora, os testes foram feitos apenas em laboratório, usando urina artificial e modelos do sistema urinário feitos em impressoras 3D.

Segundo os pesquisadores, testes em humanos podem levar pelo menos cinco anos.

E no futuro?

Se tudo funcionar como esperado, esses mini-robôs podem ajudar principalmente pessoas que têm pedras nos rins com frequência ou que não podem passar por cirurgia.

Os cientistas também imaginam outras possibilidades. No futuro, esses pequenos robôs talvez possam levar medicamentos diretamente para dentro do corpo, ajudando no tratamento de infecções ou outras doenças.

Saúde

Viajar: mais do que lazer, um cuidado com a mente ✈️

Você já percebeu como às vezes tudo o que a gente precisa é mudar um pouco de ambiente? Pode ser uma viagem curta, um passeio para outra cidade ou até alguns dias longe da rotina. Pesquisas indicam que esse tipo de pausa pode ajudar bastante na saúde mental.

Especialistas dizem que incluir momentos de descanso e lazer, como viagens, pode ajudar a melhorar o humor, reduzir o estresse e aumentar a sensação de bem-estar.

Pesquisas publicadas na revista científica Journal of Happiness Studies mostram que atividades feitas durante férias ou viagens podem ter efeitos positivos no humor e na sensação de felicidade.

Mas por que viajar faz tão bem para a mente?

Existem vários motivos. Veja alguns dos principais:

1. O cérebro ganha uma pausa do estresse

Quando passamos muito tempo cheios de tarefas, pressão e preocupações, o cérebro fica como se estivesse em modo alerta o tempo todo.

Viajar ajuda a quebrar esse ritmo. Ao sair da rotina, o corpo diminui os níveis de estresse e o cérebro consegue relaxar e “recarregar as energias”.

2. Lugares novos estimulam o cérebro

Quando você conhece um lugar diferente, seu cérebro precisa prestar atenção em coisas novas: ruas, cheiros, comidas, pessoas, idiomas.

Isso estimula a chamada neuroplasticidade, que é a capacidade do cérebro de criar novas conexões. Resultado: melhora da memória, da atenção e da flexibilidade mental.

3. Viajar melhora o humor

Momentos de lazer fazem o cérebro liberar substâncias ligadas ao prazer e ao bem-estar.

Curiosamente, até planejar uma viagem já pode aumentar a felicidade, porque você passa a ter algo legal para esperar.

Além disso, conhecer novos lugares e culturas pode trazer novas perspectivas sobre a vida.

4. Aproxima as pessoas

Viagens costumam criar memórias marcantes. Quem nunca lembra de uma história engraçada ou de um momento especial que aconteceu durante uma viagem?

Essas experiências fortalecem amizades, relações familiares e aumentam a sensação de conexão com outras pessoas.

5. Aumenta a confiança

Viajar também significa lidar com situações novas: encontrar caminhos, resolver imprevistos ou experimentar coisas diferentes.

Esses desafios ajudam a desenvolver autonomia, confiança e capacidade de adaptação.

Mas atenção: viajar não resolve tudo

Apesar dos benefícios, especialistas lembram que viajar não substitui tratamento psicológico ou psiquiátrico quando alguém enfrenta problemas mais sérios de saúde mental.

A viagem pode ajudar no bem-estar, mas o mais importante é manter hábitos saudáveis, como:

  • dormir bem
  • praticar atividades físicas
  • manter relações sociais
  • reservar tempo para lazer

No fim das contas, viajar funciona como um empurrãozinho para o bem-estar. Às vezes, sair da rotina por alguns dias pode ajudar a voltar com a mente mais leve, novas ideias e boas histórias para contar.

Novo serviço do SUS oferece ajuda on-line para quem tem dificuldade com jogos e apostas

Você sabia que agora é possível buscar ajuda sem sair de casa para quem está enfrentando dificuldades com jogos e apostas on-line?

O Sistema Único de Saúde (SUS) passou a oferecer teleatendimento em saúde mental para pessoas que sentem que o hábito de apostar ou jogar está saindo do controle. O serviço é gratuito e pode ser usado por pessoas a partir de 18 anos, além de familiares ou amigos que queiram ajudar alguém.

Para acessar o atendimento, basta entrar no aplicativo Meu SUS Digital, disponível para celular ou pela internet.

Como funciona?

O processo é simples:

  1. A pessoa entra no aplicativo e faz login com a conta gov.br.
  2. Depois, acessa a área de serviços e seleciona a opção relacionada a jogos e apostas.
  3. O sistema apresenta um autoteste com algumas perguntas, criado com base em pesquisas científicas.

Dependendo das respostas, o aplicativo pode indicar encaminhamento para atendimento online com profissionais de saúde.

Como são as consultas?

Se o sistema identificar sinais de risco, a pessoa pode ser direcionada para consultas por vídeo, que duram em média 45 minutos.

O acompanhamento pode incluir até 13 sessões, realizadas por profissionais como:

  • psicólogos
  • terapeutas ocupacionais
  • e, quando necessário, psiquiatras

Também pode haver acompanhamento e encaminhamento para atendimento presencial, caso seja preciso.

Por que esse serviço foi criado?

Segundo o Ministério da Saúde, muitas pessoas que enfrentam dificuldades com jogos e apostas demoram para perceber o problema ou buscar ajuda.

Dados do próprio ministério mostram que, só em 2025, o SUS registrou mais de 6 mil atendimentos presenciais relacionados a esse tema.

Com o teleatendimento, a ideia é facilitar o acesso ao apoio profissional, principalmente para quem tem vergonha, dificuldade de ir até um serviço de saúde ou prefere começar o atendimento on-line.

No começo, a expectativa é realizar cerca de 600 atendimentos por mês. O projeto está sendo desenvolvido em parceria com o Hospital Sírio-Libanês, dentro de um programa de apoio ao SUS.

Brasil e Mundo

Estudante faz Enem no hospital e é aprovado em três universidades de Medicina 📚

Imagine realizar uma das provas mais importantes da vida… dentro de um hospital. Foi exatamente isso que aconteceu com o estudante Ítalo Cantanhede Rodrigues, de 17 anos, do Pará. E o resultado dessa história é uma daquelas notícias que dão esperança.

Mesmo enfrentando uma doença rara chamada anemia aplásica, Ítalo não desistiu do sonho de cursar Medicina. A condição faz com que a medula óssea pare de produzir células importantes do sangue, o que deixa o corpo mais vulnerável a infecções e outros problemas.

Na época do diagnóstico, em 2025, ele estudava no Colégio Militar de Belém. Para tratar a doença, precisou viajar para São Paulo e continuar o tratamento em um hospital.

O desafio do Enem

Mesmo internado, Ítalo queria fazer o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Como não podia sair do hospital para ir ao local da prova, a família entrou na Justiça pedindo autorização para que ele realizasse o exame ali mesmo.

E deu certo: o jovem conseguiu fazer a prova dentro do hospital, com toda a segurança necessária.

Uma conquista incrível

Todo o esforço valeu a pena. Ítalo foi aprovado em três universidades públicas:

  • Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
  • Universidade Federal do Pará (UFPA)
  • Universidade do Estado do Pará (Uepa)

Ele decidiu estudar Medicina na Uepa, onde mora sua família. As aulas devem começar no segundo semestre de 2026.

Um período difícil… mas cheio de superação

Durante o tratamento, Ítalo passou por um transplante de medula óssea. A boa notícia é que a irmã dele era 100% compatível para a doação.

Ele também enfrentou sessões de quimioterapia, períodos de isolamento e algumas complicações por causa da baixa imunidade. Mesmo assim, continuou focado no sonho de entrar na faculdade.

Uma lição que vai além da prova

Depois de tudo o que viveu, Ítalo disse que aprendeu a valorizar ainda mais a vida, a família e os amigos.

Agora, enquanto segue com o tratamento, ele se prepara para começar uma nova etapa: estudar Medicina e, no futuro, ajudar outras pessoas.

Entretenimento

Lollapalooza 2026 mistura ídolos de diferentes gerações no mesmo palco

O Lollapalooza 2026 promete ser um verdadeiro encontro de gerações. O festival reúne artistas que fazem sucesso entre jovens de hoje e também nomes que marcaram quem cresceu ouvindo música nos anos 2000 e 2010. 🎶

Entre os principais shows estão a cantora pop Sabrina Carpenter e a artista Chappell Roan, duas cantoras que ganharam muita popularidade nos últimos anos, principalmente nas redes sociais e nas plataformas de streaming. Também está no topo do festival o rapper Tyler, The Creator, que já tem uma carreira mais longa e conquistou fãs de várias idades.

O festival acontece nos dias 20, 21 e 22 de março e o line-up mistura artistas que dominam os virais da internet hoje com nomes que já eram famosos há mais tempo. Ou seja: tem música para quem cresceu com playlists do YouTube, do Spotify ou até com os hits que bombavam anos atrás.

Artistas que fazem sucesso entre os mais jovens

Muitos nomes do festival ficaram conhecidos graças às redes sociais e ao streaming. Entre eles estão:

  • Sabrina Carpenter
  • Chappell Roan
  • Doechii
  • Addison Rae
  • KATSEYE

Também aparecem artistas populares nas playlists atuais, como Lewis Capaldi, Lorde, TV Girl e Ruel.

Artistas que já fazem sucesso há mais tempo

O festival também traz músicos que ficaram famosos anos atrás e continuam influentes até hoje. Entre eles estão:

  • Skrillex, conhecido por popularizar o dubstep
  • Tyler, The Creator
  • Marina
  • Kygo
  • Blood Orange
  • Interpol
  • Deftones

No fim das contas, o Lollapalooza 2026 deve juntar fãs de várias idades no mesmo lugar. Enquanto alguns vão para ver artistas que descobriram no TikTok ou nas playlists atuais, outros vão reviver músicas que marcaram sua adolescência.

Curiosidade 🔎

Canhotos são mais competitivos? A ciência investigou essa curiosidade

Você é canhoto ou conhece alguém que escreve com a mão esquerda?
Apenas cerca de 10% das pessoas do mundo são assim. E isso sempre deixou os cientistas curiosos: por que os canhotos continuam existindo se são minoria?

Um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Chieti-Pescara, na Itália, tentou responder essa pergunta e chegou a uma hipótese interessante: canhotos podem ser um pouco mais competitivos do que destros.

Para investigar isso, os cientistas analisaram mais de 1.100 voluntários. Eles responderam questionários sobre sua personalidade e também fizeram alguns testes usando apenas uma das mãos.

O que os pesquisadores descobriram?

Os resultados mostraram algumas diferenças curiosas:

  • pessoas canhotas demonstraram maior disposição para competir;
  • pessoas destras eram mais propensas a evitar disputas, principalmente quando ficavam ansiosas;
  • em relação à habilidade física, não houve diferença significativa entre os dois grupos.

Ou seja: não significa que canhotos sejam “melhores”, mas talvez tenham mais vontade de entrar em disputas ou desafios.

E o que isso tem a ver com evolução?

Os cientistas usam uma ideia chamada estratégia evolutivamente estável. Esse conceito explica que algumas características continuam existindo ao longo da evolução porque podem trazer alguma vantagem em determinadas situações.

No caso dos canhotos, essa vantagem poderia aparecer em contextos de competição.

Isso aparece até nos esportes

Em alguns esportes de confronto direto, como tênis ou esgrima, existe uma proporção maior de canhotos do que na população geral.

Uma possível explicação é simples: a maioria das pessoas está acostumada a enfrentar destros. Quando aparece um canhoto, os movimentos ficam “invertidos”, o que pode confundir o adversário.

Então ser canhoto é uma vantagem?

Não necessariamente. O estudo não diz que canhotos são melhores em tudo. Mas sugere que alguns podem ter uma tendência maior a encarar desafios ou competições.

Bem-estar 🧘‍♀️

Nesta seção, o time de Psicólogas do Saber compartilha dicas valiosas de bem-estar e saúde mental. Nosso objetivo é trazer reflexões e orientações simples, mas importantes, para ajudar você a cuidar da mente e tornar o dia a dia mais leve e equilibrado.

A ciência do descanso: nesta semana, nossas psicólogas mostram por que descansar pode ajudar você a pensar melhor

Descansar também é produtividade

Vivemos em uma cultura que valoriza estar sempre ocupado, como se o cansaço fosse um sinal de esforço e mérito. No entanto, a ciência mostra o contrário: o descanso é parte fundamental do funcionamento saudável do cérebro.

Durante pausas e momentos de descanso, o cérebro ativa uma rede chamada default mode network, responsável por organizar pensamentos, consolidar memórias e favorecer a criatividade. É nesse estado que muitas ideias surgem e que o corpo começa a se recuperar do estresse acumulado.

Ignorar a necessidade de pausa pode levar à exaustão física e mental. O corpo começa a enviar sinais: dificuldade de concentração, irritabilidade, cansaço constante.

Descansar não é perder tempo. É permitir que a mente recupere energia para continuar.

Às vezes, a pausa é exatamente o que permite seguir em frente com mais clareza.

Caso precise de suporte especializado ou acolhimento psicológico, o Núcleo Psicopedagógico do Saber pode te ajudar. Solicite agendamento ao seu instrutor.

Também preparamos uma lista de instituições que oferecem psicoterapia gratuita ou com valores acessíveis. Para conferir, clique aqui ou use o QR Code abaixo:

 

Sugestões da semana

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Indicação do Thiago Nabiça , da unidade de Itaquera

O Cavaleiro Preso na Armadura, de Robert Fisher, conta a história de um cavaleiro que descobre que não consegue mais tirar a própria armadura. Preso dentro dela, ele inicia uma jornada cheia de desafios em busca de respostas e liberdade.

Ao longo do caminho, a aventura se transforma em um processo de reflexão sobre identidade, sentimentos e mudanças necessárias para crescer. Com uma narrativa simples e simbólica, o livro mostra como enfrentar a si mesmo pode ser o primeiro passo para viver de forma mais verdadeira.

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Indicação da Luizianne , da UnidadeSaber- unimetrocamp, Campinas

Kimi no Na wa (Your Name) é uma animação dirigida por Makoto Shinkai que acompanha a história de dois jovens que nunca se conheceram, mas passam a compartilhar uma ligação inesperada.

Mitsuha, que vive em uma pequena cidade, e Taki, um estudante de Tóquio, começam a trocar de corpos de forma misteriosa. Para lidar com a situação, eles deixam mensagens um para o outro e, aos poucos, criam uma conexão profunda.

Quando as trocas param de repente, Taki descobre que algo muito maior está por trás dessa ligação e decide agir para mudar o destino. A história mistura memória, escolhas e encontros que marcam a vida, mostrando como algumas conexões conseguem atravessar o tempo e a distância.

>

Sugestão do Bruno Campos, da unidade Conselheiro

Gente Grande (2010), dirigido por Dennis Dugan, acompanha cinco amigos de infância — Adam Sandler, Kevin James, Chris Rock, David Spade e Rob Schneider — que se reencontram 30 anos depois da escola, após a morte do antigo treinador de basquete.

Durante um feriado em uma casa no lago com suas famílias, o grupo revive memórias da juventude e se envolve em várias situações engraçadas. Entre brincadeiras, rivalidades e confusões, o filme mostra que a amizade e as lembranças do passado continuam importantes, mesmo quando a vida adulta chega.

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