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“Não há saber mais ou saber menos: há saberes diferentes.” — Paulo Freire
A Meta, liderada por Mark Zuckerberg, anunciou que passará a monitorar cliques, movimentos de mouse e digitação de funcionários nos EUA, não apenas para produtividade, mas para treinar sistemas de IA capazes de replicar tarefas humanas no ambiente digital.
Na prática, o plano envolve:
Esse movimento não é isolado. A Meta já vinha testando formas de ensinar máquinas a agir como pessoas — inclusive pagando por vídeos de tarefas do dia a dia.
Aposta alta em inteligência artificial:
Segundo Zuckerberg:
“2026 será o ano em que a IA mudará drasticamente o trabalho.”
Mas nem todo mundo está confortável com essa direção. O anúncio chega em um momento sensível, marcado por cortes de pessoal, o que intensifica as preocupações.
Cenário atual da empresa:
Rumores indicam:
O resultado? Um debate cada vez mais presente: até onde vai a inovação e onde começa o excesso de controle?
No fim, fica a reflexão: estamos entrando em uma era de eficiência ou assistindo à construção silenciosa de substitutos digitais?
O Spotify completa duas décadas mostrando que, no mundo das big techs, crescer pode ser mais importante do que lucrar — pelo menos no começo. A empresa levou cerca de 15 anos para registrar lucro consistente, apostando em uma estratégia clara: conquistar o mundo antes de fechar as contas no azul.
Desde o início, o Spotify priorizou expansão global e aumento da base de usuários, mesmo operando no prejuízo por anos. A lógica era simples: quanto mais gente na plataforma, maior o potencial de receita no futuro.
Estratégia na prática:
Apesar do sucesso entre os usuários, transformar audiência em lucro não foi tão simples. O principal obstáculo sempre esteve nos custos com direitos musicais.
Por que demorou tanto para lucrar:
Após anos focado em crescer, o Spotify só passou a ter lucro consistente recentemente, impulsionado pelos assinantes pagos.
Virada de chave:
A trajetória do Spotify mostra que, no universo digital, o caminho até o lucro pode ser longo — mas, com escala e estratégia, pode valer a pena.
Sabe quando você tem certeza do que quer dizer, mas a palavra simplesmente não sai? Esse fenômeno, conhecido como “na ponta da língua”, é mais comum do que parece — e não significa esquecimento total, mas sim uma falha momentânea no acesso à informação.
Quando falamos, o cérebro ativa primeiro o significado daquilo que queremos dizer e, em seguida, busca a forma da palavra (sons, sílabas e pronúncia).
O “travamento” acontece justamente nessa segunda etapa.
Sinais clássicos desse fenômeno:
Isso mostra que a informação não foi esquecida — ela só não está sendo acessada completamente.
O problema está na conexão entre áreas do cérebro ligadas à memória e à linguagem. Quando essa comunicação falha, a palavra “fica presa”.
Fatores que aumentam esse efeito:
Uma das partes mais interessantes é que o cérebro fica muito perto de acertar — por isso você sente que a palavra está “na ponta da língua”.
O que isso revela:
Muitas vezes, a palavra aparece quando você para de tentar. Isso acontece porque o cérebro continua processando a informação em segundo plano.
Ou seja:
No fim, esse fenômeno mostra como o cérebro funciona de forma complexa: você não esqueceu — só não conseguiu acessar a informação no momento certo.
E você, já ficou travado tentando lembrar uma palavra que parecia óbvia? 💭
Você já reparou que algumas crianças conseguem entender melhor o que sentem e também perceber com mais facilidade as emoções das outras pessoas?
Segundo a psicologia, crianças que crescem ouvindo pais, avós, professores e outros adultos falando sobre sentimentos costumam desenvolver uma inteligência emocional mais forte.
Durante a infância, aprender observando é muito importante. Quando a criança convive com pessoas mais velhas, ela escuta palavras mais variadas, aprende novas formas de se expressar e percebe como os adultos lidam com tristeza, raiva, alegria e frustrações.
Isso ajuda no chamado desenvolvimento emocional, que é a capacidade de entender e controlar os próprios sentimentos.
Quando os adultos explicam emoções, perguntam como a criança está se sentindo e mostram interesse pelo que ela pensa, isso fortalece muito sua inteligência emocional.
Por exemplo, em vez de apenas dizer “pare de chorar”, um adulto pode perguntar: “Você ficou triste com isso?” ou “Quer me contar o que aconteceu?”.
Além disso, a convivência com avós e pessoas mais experientes também traz outra vantagem: eles compartilham vivências e ensinam formas diferentes de enfrentar dificuldades, o que ajuda a criança a se tornar mais resiliente.
Algumas atitudes mostram que a criança está desenvolvendo bem essa área.
Não. A convivência com outras crianças também é muito importante.
Brincar com colegas da mesma idade ajuda no aprendizado da cooperação, da divisão, da paciência e da resolução de conflitos. É nesse contato que a criança aprende a negociar, compartilhar e lidar com diferenças.
A ciência mostra que não é a quantidade de tempo, mas a qualidade da presença que faz diferença. Um adulto que escuta de verdade, respeita a opinião da criança e conversa sobre sentimentos cria um ambiente seguro para ela crescer emocionalmente mais forte.
Não é preciso ser perfeito. O mais importante é estar presente, ouvir com atenção e mostrar que sentir faz parte da vida.
Para muita gente, usar IA já virou rotina. Um exemplo é Abi, uma mulher de Manchester, na Inglaterra, que recorre a ferramentas como o ChatGPT para tirar dúvidas de saúde de forma rápida — quase como conversar com um médico, mas pelo celular.
Isso ganha força em um cenário em que consultas nem sempre são fáceis de conseguir.
Apesar de úteis, os chatbots não são infalíveis. Abi já recebeu orientações corretas, mas também levou sustos com diagnósticos errados. Isso acontece porque, enquanto a IA acerta quando recebe informações completas, na vida real as pessoas explicam os sintomas de forma incompleta — o que aumenta as chances de erro.
O que os estudos mostram:
Ou seja, na prática, erros podem acontecer em até dois terços dos casos, principalmente pela forma como as informações são passadas.
Especialistas alertam que o problema não está apenas nos erros, mas na forma como as respostas são apresentadas: com muita confiança, o que pode levar as pessoas a acreditarem sem questionar.
Principais riscos:
Segundo autoridades de saúde, as pessoas já usam essas ferramentas, mas elas ainda não são totalmente confiáveis.
A OpenAI, responsável pelo ChatGPT, afirma que a ferramenta deve ser usada para informação e educação, e não como substituta de médicos. Isso acontece porque, apesar dos avanços, a IA ainda pode interpretar sintomas de forma incompleta ou gerar respostas incorretas com muita confiança.
📌 Na prática:
No fim, a tecnologia pode ser uma aliada — desde que usada com cuidado. Afinal, quando o assunto é saúde, confiar cegamente pode não ser a melhor escolha.
Veja mais em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5y7dplyen4o
Ficar sem celular parece impossível para muita gente, principalmente para os jovens. Mas um grupo de americanos decidiu encarar esse desafio: trocar o smartphone por celulares mais simples durante 30 dias.
Sem redes sociais, sem Google Maps e sem música por aplicativos como Spotify, eles viveram uma espécie de “detox digital”, ou seja, uma pausa no uso excessivo da tecnologia.
A ideia faz parte de um movimento que cresce entre jovens que querem diminuir os efeitos negativos do uso exagerado das telas e das redes sociais.
Durante o desafio, os participantes usaram celulares básicos, com funções simples como ligações, mensagens e aplicativos essenciais, como o Uber.
No começo, a adaptação foi difícil. Muitos contaram que sentiam o impulso automático de pegar o celular no bolso, mesmo sem ele estar ali.
Jay West, de 29 anos, disse que estranhou até esperar o ônibus sem poder acompanhar tudo pelo celular. Mas, com o tempo, ele percebeu algo importante: ficar entediado também faz parte da vida.
Segundo ele, a experiência foi libertadora.
Antes da experiência, alguns participantes disseram que não conseguiam nem assistir a um episódio inteiro de uma série sem checar o celular.
Depois do desafio, relataram mais foco, menos ansiedade e mais presença no dia a dia.
Alguns passaram a ouvir mais música de outras formas, como CDs antigos, e até pedir informações para pessoas na rua em vez de depender do GPS.
Especialistas já apontam que o uso excessivo do celular pode estar ligado à ansiedade, dificuldades de atenção e problemas de sono.
Uma pesquisa mostrou que muitos jovens entre 18 e 29 anos gostariam de diminuir o tempo de uso de telas.
Além disso, universidades e grupos sociais têm incentivado períodos sem redes sociais e encontros presenciais sem o uso do celular.
Os organizadores do projeto explicam que apenas largar o celular não basta. É preciso ter outras formas de conexão, como amizades, encontros e atividades em grupo.
Por isso, o programa também oferece reuniões semanais para conversas e convivência entre os participantes.
A ideia é simples: trocar um pouco da vida online por experiências reais.
Depois da experiência, muitos participantes mudaram seus hábitos. Alguns apagaram redes sociais, outros passaram a usar menos o celular e até criaram grupos para incentivar a chamada “sobriedade digital”.
Para eles, isso não é apenas um desafio passageiro, mas o início de uma nova forma de viver com mais equilíbrio entre tecnologia e vida real.
O preço do gás de cozinha voltou a pesar no bolso. Mas por quê? Mesmo sendo básico, seu valor depende de vários fatores fora do controle do consumidor.
Mesmo sendo produzido no Brasil, ele segue o mercado internacional e é influenciado por fatores externos.
Principais fatores:
Isso significa que, mesmo sem mudanças no consumo, o preço pode subir por fatores externos.
O valor do botijão é resultado de várias etapas até chegar ao consumidor.
Etapas que compõem o preço:
Por ser essencial, o gás de cozinha pesa proporcionalmente mais no orçamento das famílias, principalmente das de baixa renda.
Consequências da alta:
Esse cenário aumenta riscos à saúde e à segurança.
Mesmo com preços elevados, algumas práticas ajudam a reduzir o consumo no dia a dia.
Dicas eficientes:
O preço do gás deve continuar oscilando, influenciado por fatores externos como:
Esses pontos impactam diretamente o valor final ao consumidor
O preço do gás de cozinha mostra como decisões globais e políticas econômicas impactam diretamente o dia a dia das famílias — inclusive dentro de casa.
O governo federal anunciou um incentivo financeiro para estudantes que participarem do Enem 2026. A proposta prevê o pagamento de R$ 200, mas o valor não é liberado de forma geral — ele faz parte de uma política educacional voltada a alunos da rede pública.
O incentivo está vinculado ao programa Pé-de-Meia, criado para combater a evasão escolar e incentivar a permanência dos jovens nos estudos.
Regras principais:
O valor de R$ 200 é um bônus dentro de um sistema maior de incentivos financeiros ao longo do ensino médio.
📌 Na prática:
A medida faz parte de uma estratégia para manter jovens na escola e aumentar a participação em avaliações nacionais. Tendo como objetivo:
Apesar de parecer um “pagamento por prova”, o incentivo vai além: ele funciona como um apoio contínuo para que o estudante permaneça na escola e conclua sua formação.
E você, aproveitaria esse incentivo para fazer o Enem? 👀
A Netflix decidiu entrar de vez na lógica das redes sociais. A empresa anunciou que vai lançar, ainda neste mês, um feed de vídeos curtos dentro do próprio aplicativo — em um formato bem parecido com o TikTok. A proposta é simples: transformar a forma como os usuários descobrem novos conteúdos.
A novidade será um feed com vídeos verticais curtos, focado principalmente no uso pelo celular. Em vez de buscar o que assistir, o usuário poderá simplesmente rolar a tela e encontrar sugestões.
Como vai funcionar:
A ideia da Netflix é aumentar o engajamento e acompanhar o comportamento do público, especialmente os mais jovens, que já estão acostumados com conteúdos rápidos.
Objetivos da plataforma:
Com a novidade, a Netflix dá um passo além do streaming tradicional e se aproxima cada vez mais das redes sociais.
O que isso indica:
No fim, a mensagem é clara: não basta ter bons conteúdos — é preciso saber como entregá-los.
Muita gente já percebeu isso em casa: antes de uma tempestade começar, o cachorro fica inquieto, late mais ou procura se esconder. Já os gatos costumam se isolar, ficar mais agitados ou buscar cantinhos protegidos. Parece até que eles conseguem “adivinhar” que a chuva forte está chegando.
Mas será que isso é realmente um “sexto sentido”? Na verdade, a ciência explica esse comportamento de outra forma: cães e gatos têm sentidos muito mais sensíveis que os nossos e conseguem perceber mudanças no ambiente antes dos humanos.
Antes de trovões e relâmpagos surgirem, o clima já começa a se transformar. A pressão do ar diminui, o campo elétrico da atmosfera muda e sons de baixa frequência começam a se espalhar por grandes distâncias.
A pressão atmosférica é o peso do ar sobre a Terra. Quando uma tempestade se aproxima, essa pressão costuma cair.
Cães e gatos conseguem perceber essa mudança principalmente pelo ouvido médio, uma região ligada à audição e ao equilíbrio. Como essa área é muito sensível, pequenas alterações já podem causar desconforto. É parecido com aquela sensação de ouvido tampado durante uma viagem de avião ou ao subir uma serra.
Sim. Outro fator importante são os chamados infrassons, sons de frequência muito baixa que os humanos normalmente não conseguem ouvir.
Trovões distantes, movimentação de massas de ar e até descargas elétricas no céu podem produzir esses sons.
Como cães e gatos têm uma audição mais apurada, eles conseguem captar essas vibrações muito antes de nós. Por isso, alguns começam a tremer, respirar mais rápido ou procurar abrigo sem que ninguém entenda o motivo.
Antes de uma tempestade, também acontece um aumento da eletricidade estática no ambiente.
Essa mudança pode afetar diretamente o pelo dos animais. Os fios funcionam quase como pequenas antenas, captando alterações no campo elétrico.
Em alguns casos, o pelo pode arrepiar e até causar uma sensação parecida com formigamento. Isso deixa o animal desconfortável e mais atento ao que está acontecendo.
Como resposta, o corpo libera sinais de alerta: pupilas mais dilatadas, coração acelerado e vontade de buscar segurança.
Não exatamente. O que parece um poder especial é, na verdade, uma combinação de audição, tato e percepção muito mais sensível do que a nossa.
Na natureza, perceber uma tempestade antes pode ajudar os animais a encontrar abrigo, proteger filhotes e evitar perigos. Mesmo vivendo dentro de casa, esse instinto continua funcionando.
Quando o animal fica assustado com chuva forte e trovões, algumas atitudes simples podem ajudar bastante.
Caso precise de suporte especializado ou acolhimento psicológico, o Núcleo Psicopedagógico do Saber pode te ajudar. Solicite agendamento ao seu instrutor.
Também preparamos uma lista de instituições que oferecem psicoterapia gratuita ou com valores acessíveis. Para conferir, clique aqui ou use o QR Code abaixo:

Indicação do jovem José Inácio Lima Da Silva , da unidade Conselheiro Crispiano
Nesta coletânea de contos, Sherlock Holmes se despede de seus dias como detetive ativo, enfrentando casos que vão além de simples crimes e se conectam a um cenário mais amplo e tenso: a iminência da guerra.
Entre investigações e missões secretas, o livro revela um lado mais estratégico e humano de Holmes, mostrando não apenas sua genialidade, mas também seu papel em algo maior do que si mesmo.
Mais do que um fim, O Último Adeus é uma reflexão sobre legado, inteligência e propósito — deixando no ar a sensação de que algumas mentes brilhantes nunca deixam de agir, apenas mudam de palco.
Indicação de Aline Pirozzi, Instrutora do Saber
Após anos longe da escola, um grupo de adultos precisa voltar aos estudos para concluir o ensino médio — e o que parecia simples vira uma verdadeira missão. Em meio a diferenças, inseguranças e situações inesperadas, eles enfrentam não só as matérias, mas também seus próprios medos e limitações.
Com uma pegada leve e divertida, Operação Supletivo: Agora Vai! mistura humor com uma mensagem importante: nunca é tarde para recomeçar. Mais do que aprender conteúdos, os personagens redescobrem autoestima, propósito e o valor de não desistir de si mesmos.
Indicação do jovem Guilherme Freitas Sampaio, da unidade Conselheiro Crispiano
Inspirado em fatos reais, o filme acompanha a tripulação do navio baleeiro Essex, que parte em busca de lucro, mas acaba enfrentando o inesperado: o ataque de uma baleia gigantesca que destrói a embarcação. À deriva em alto-mar, os sobreviventes são levados ao limite, lidando com fome, sede, medo e escolhas cada vez mais difíceis.
Mais do que uma história de sobrevivência, No Coração do Mar expõe o confronto entre o homem e a natureza — e, principalmente, o conflito interno de cada personagem. Em meio ao desespero, valores são questionados, a moral é colocada à prova e a linha entre humanidade e instinto começa a desaparecer.



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