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Saber Saber|56ª Edição: 11/05/26 a 15/05/26
  • 11/05/2026
  • 15/05/2026

Saber News: 56ª Edição: 11/05/26 a 15/05/26

Reflexão da Semana 💭

“A verdadeira viagem de descobrimento não consiste em procurar novas paisagens, e sim em ter novos olhos.” – Marcel Proust

Carreira e desenvolvimento 👨‍🎓

Quer render mais? Talvez você precise da natureza

Você já saiu pra caminhar e voltou com a cabeça mais leve? Imagine usar isso a seu favor .

Segundo vários estudos, passar tempo ao ar livre não só melhora sua saúde, como também ajuda no seu desempenho na escola, no trabalho e até nas suas relações com outras pessoas.

1. Diminui a sensação de solidão

Muita gente no mundo se sente sozinha hoje em dia.

Mas quando você passa tempo na natureza, principalmente com outras pessoas (tipo caminhar, ir a um parque, fazer algo em grupo), isso ajuda a:

  • se sentir mais conectado
  • ter mais sensação de pertencimento

2. Aumenta a conexão com os outros

Já percebeu que conversar num lugar aberto é diferente?

Estudos mostram que pessoas que fazem atividades na natureza:

  • se conectam mais
  • interagem melhor
  • se sentem mais próximas umas das outras

3. Melhora a socialização saudável

Estar em contato com a natureza aumenta comportamentos positivos, tipo:

  • ajudar os outros
  • ouvir melhor
  • ter mais empatia

E ainda reduz atitudes negativas.

4. Faz você enxergar a vida de outro jeito

Estar em contato com a natureza provoca um sentimento chamado “admiração” (quando você vê algo muito grande ou impressionante, como o céu, o mar ou uma paisagem bonita).

Esse sentimento faz você sair um pouco do seu próprio “mundinho” e perceber que existem coisas maiores do que seus problemas do dia a dia. Isso ajuda a diminuir preocupações exageradas e a enxergar as situações com mais clareza.

No lado profissional, isso faz muita diferença:

  • você toma decisões com mais calma e menos impulso
  • consegue analisar melhor problemas complexos
  • pensa mais no longo prazo, não só no imediato

5. Melhora seu bem-estar geral

No final das contas, tudo isso junto melhora sua saúde como um todo:

  • mente mais tranquila
  • melhor sono
  • mais disposição
  • mais foco

E quando você está bem, tudo flui melhor: estudos, trabalho, amizades… tudo mesmo.

Como aproveitar isso na prática?

Não precisa virar aventureiro ou morar na floresta.

Coisas simples já ajudam:

  • dar uma caminhada
  • sentar em um parque
  • fazer um piquenique
  • andar de bicicleta
  • conversar ao ar livre

Mundo do Trabalho

O que pode te barrar no exame admissional?

Imagina que você passou em todas as etapas de um processo seletivo… só falta uma fase final: o exame admissional.

Ele é basicamente um check-up médico pra ver se sua saúde está ok pra função que você vai exercer.

O médico analisa:

  • sua saúde física
  • sua saúde mental
  • seu histórico médico
  • e se o trabalho pode te fazer mal

Dá pra reprovar?

Sim… mas calma! Isso é bem raro, principalmente em trabalhos mais tranquilos (como em um escritório).

A reprovação acontece quando o médico entende que o trabalho pode:

  • te colocar em risco
  • piorar sua saúde
  • ou até afetar outras pessoas

O que pode fazer alguém ser reprovado?

Você pode ser considerado “inapto” se tiver alguma condição que:

  • Te impede de fazer o trabalho
  • Pode piorar com o trabalho
  • Pode passar para outras pessoas
  • Afeta seu foco, comportamento ou segurança
  • Envolve uso de substâncias que prejudicam o desempenho

Exemplos mais comuns

Algumas situações que podem pesar na decisão:

  • limitações físicas mais graves
  • doenças pulmonares ou problemas respiratórios
  • problemas na coluna ou músculos
  • questões neurológicas (como reflexos lentos)
  • visão ou audição comprometidas
  • uso de remédios que afetam atenção ou reflexos

Um detalhe importante

Ser reprovado não significa que você não pode trabalhar.

Significa só que, naquele momento, você não está apto para aquela vaga específica

Ciência e Tecnologia

Filmes de heróis inspiraram uma dúvida real da ciência: será que o multiverso existe?

Filmes e séries têm explorado cada vez mais a ideia de universos paralelos. Em produções da Marvel Studios, por exemplo, personagens encontram versões alternativas de si mesmos e viajam entre diferentes realidades. Mas será que isso é apenas ficção ou existe alguma chance de o multiverso ser real?

O que é o multiverso?

A ideia do multiverso sugere que o nosso universo talvez não seja o único existente. Isso significa que poderiam existir vários outros universos espalhados pelo cosmos, cada um com características diferentes.

Em alguns deles, pequenas escolhas poderiam mudar completamente a vida das pessoas. Em outro universo, por exemplo, talvez você tivesse escolhido outra profissão, morasse em outro país ou até vivesse em um mundo com tecnologias muito mais avançadas (ou menos avançadas).

A teoria dos “muitos mundos”

Uma das hipóteses vem da física quântica, área que estuda partículas extremamente pequenas.

Segundo alguns cientistas, sempre que existem diferentes possibilidades para um acontecimento, o universo poderia se dividir em vários caminhos diferentes. É como se cada decisão criasse uma nova realidade paralela.

Imagine um videogame com vários finais possíveis acontecendo ao mesmo tempo. Em um universo você escolhe um caminho; em outro, faz a escolha oposta.

Universos-bolha pelo espaço

Outra teoria sugere que, logo após o Big Bang, o universo se expandiu tão rapidamente que poderia ter criado várias “bolhas” gigantes no espaço.

Cada bolha seria um universo diferente, com suas próprias regras e características. Nosso universo seria apenas uma dessas bolhas perdidas em um enorme oceano cósmico.

Mas isso já foi provado?

Apesar das teorias serem interessantes, os cientistas ainda não encontraram provas de que outros universos realmente existam.

Esse é justamente o maior desafio: como comprovar algo que talvez nunca possamos enxergar ou acessar?

Ciência ou ficção?

Mesmo sem respostas definitivas, o multiverso continua despertando curiosidade no mundo inteiro porque mistura imaginação, tecnologia e ciência.

Enquanto os filmes mostram heróis atravessando dimensões em segundos, os cientistas seguem tentando entender se outros universos poderiam realmente existir algum dia.

Você já ficou irritado quando estava com fome? A ciência explica

Sabe aqueles momentos em que tudo começa a irritar, a paciência desaparece e qualquer comentário já parece motivo para discussão? Muitas vezes, o problema pode ser mais simples do que parece: fome.

A ciência decidiu estudar melhor esse comportamento conhecido como “hangry”, mistura das palavras em inglês “hungry” (com fome) e “angry” (bravo). E os pesquisadores descobriram algo curioso: não é apenas ficar sem comer que muda o humor, mas também perceber que você está com fome.

O cérebro também participa

Durante muito tempo, muita gente acreditava que o mau humor aparecia apenas porque o açúcar no sangue diminuía. Mas um estudo recente mostrou que o cérebro tem um papel importante nisso.

Segundo os cientistas, o corpo envia sinais de fome o tempo todo, mas o cérebro precisa reconhecer esses sinais. Quando a pessoa percebe que está com fome, fica mais fácil entender por que está irritada e resolver o problema antes que o humor piore.

Por que crianças ficam tão irritadas quando estão com fome?

O estudo também ajuda a explicar por que crianças pequenas costumam “explodir” quando estão com fome.

Isso acontece porque elas ainda estão aprendendo a entender e identificar o que sentem. Muitas vezes, a criança não percebe que está com fome, então acaba chorando, ficando nervosa ou perdendo a paciência rapidamente.

Nem toda fome é igual

Os especialistas explicam que existem tipos diferentes de fome.

A chamada fome física aparece aos poucos. O corpo pede energia e praticamente qualquer comida resolve o problema.

Já a fome emocional costuma surgir de repente e vem acompanhada daquela vontade específica de comer doces, fast food ou comidas mais calóricas e confortáveis.

Escutar o próprio corpo faz diferença

A pesquisa também fala sobre algo chamado “interocepção”, que é a capacidade de perceber os sinais do próprio corpo.

Pessoas que conseguem identificar melhor quando estão cansadas, com fome ou estressadas tendem a controlar melhor o humor. Já quem ignora esses sinais pode acabar descontando a irritação nos outros ou exagerando na comida depois.

Como evitar o mau humor da fome?

Os especialistas dão algumas dicas simples:

  • Evitar ficar muitas horas sem comer
  • Prestar atenção aos sinais do corpo
  • Fazer refeições mais equilibradas
  • Misturar carboidratos com proteínas e gorduras boas para manter a energia estável

Saúde

O mito dos 21 dias: a verdade sobre criar o hábito de se exercitar

Muita gente já ouviu aquela famosa frase: “basta fazer algo por 21 dias para virar hábito”. Nas redes sociais, essa ideia aparece o tempo todo, principalmente quando o assunto é academia, alimentação saudável ou produtividade.

Mas especialistas explicam que isso não funciona igual para todo mundo e que criar o hábito de fazer exercícios pode levar muito mais tempo do que apenas três semanas.

Não existe um “número mágico”

A ideia dos 21 dias surgiu lá nos anos 1960, quando um cirurgião chamado Maxwell Maltz percebeu que seus pacientes demoravam cerca de três semanas para se acostumar com mudanças na aparência.

Com o tempo, essa ideia acabou sendo usada para qualquer tipo de hábito e virou quase uma “regra da internet”. Mas a ciência atual mostra que não existe um prazo exato.

O cérebro precisa entender que aquilo é importante

Segundo especialistas, criar um hábito depende de vários fatores: repetição, ambiente, motivação e até da experiência que a pessoa tem com aquela atividade.

O cérebro precisa perceber que aquele comportamento faz sentido e pode continuar fazendo parte da rotina mesmo nos dias difíceis.

Por isso, começar supermotivado querendo treinar todos os dias pode acabar causando frustração. Quando a meta fica muito pesada, muita gente desiste rapidamente.

Pequenos passos funcionam melhor

Os profissionais recomendam começar aos poucos. Treinar duas ou três vezes por semana já pode ser suficiente no começo. O importante é criar constância, não tentar mudar toda a vida de uma vez.

Outro ponto importante é escolher uma atividade que combine com você. Nem todo mundo gosta de musculação. Caminhada, dança, corrida, pilates, funcional ou esportes também podem ajudar a criar uma rotina mais ativa.

Quando o exercício deixa de parecer obrigação e começa a ser algo prazeroso, fica muito mais fácil continuar.

Ter um motivo ajuda na constância

Entender por que você quer começar também faz diferença.

Algumas pessoas treinam para ter mais energia, outras querem melhorar a saúde, ganhar autoestima ou simplesmente se sentir melhor no dia a dia.

Ter esse objetivo claro ajuda principalmente nos dias em que bate preguiça ou falta de motivação.

Criar estratégias pode facilitar

Pequenas atitudes ajudam muito na construção do hábito.

Deixar a roupa de treino separada no dia anterior, organizar horários ou escolher academias perto de casa podem diminuir as chances de desistir.

Especialistas também lembram que “escapar” da rotina às vezes faz parte. Perder um treino ou comer algo fora do planejado não significa fracasso. O mais importante é que a exceção não vire regra.

Hábito leva tempo, e tudo bem

A principal conclusão dos especialistas é simples: criar uma rotina saudável não acontece da noite para o dia.

O processo costuma ser lento, cheio de adaptações e pequenos avanços. E isso não significa que você está falhando.

Felicidade perfeita existe?

Muita gente imagina que ser feliz significa estar animado o tempo inteiro, sem problemas, tristeza ou momentos difíceis. Mas, segundo o médico e escritor Claudio Lottenberg, felicidade não é viver sorrindo o tempo todo. Ela está muito mais ligada ao equilíbrio emocional, aos relacionamentos e ao propósito de vida.

Redes sociais podem afetar o bem-estar

Dados do Relatório Mundial da Felicidade da ONU mostraram um aumento de problemas como ansiedade, estresse e insatisfação entre jovens que passam muitas horas por dia nas redes sociais.

Segundo os estudos, isso acontece porque as redes muitas vezes incentivam comparações constantes. A pessoa vê apenas os melhores momentos da vida dos outros e começa a sentir que está ficando para trás.

Além disso, os algoritmos das plataformas são criados para prender a atenção das pessoas pelo maior tempo possível. Resultado: mais tempo de tela e menos contato com experiências reais do cotidiano.

Comparação pode virar uma armadilha

Muitos jovens acabam sentindo medo de exclusão ou de não pertencimento. É aquela sensação de achar que todo mundo está vivendo melhor, sendo mais feliz ou tendo mais sucesso.

Só que existe um detalhe importante: nas redes sociais, quase ninguém mostra os momentos ruins, as inseguranças ou as dificuldades do dia a dia.

Isso cria uma imagem irreal de felicidade perfeita.

A pressão de parecer feliz

Também existe a chamada “positividade tóxica”.

Esse termo é usado quando as pessoas sentem que precisam parecer felizes o tempo inteiro, mesmo quando não estão bem.

Nas redes, isso pode virar uma pressão enorme: estar sempre motivado, produtivo, bonito e sorrindo. Mas a vida real não funciona assim. Todo mundo passa por dias ruins, inseguranças e momentos difíceis.

Felicidade pode estar nas coisas simples

Segundo Claudio Lottenberg, felicidade não significa ausência de problemas. Ela pode aparecer em coisas simples do cotidiano, como conversar com amigos, passar tempo com a família, descansar, ter momentos de lazer ou sentir que sua vida tem propósito.

Conexões reais entre pessoas continuam sendo fundamentais para o bem-estar emocional.

Brasil e Mundo

Por que alimentos proteicos estão cada vez mais populares no Brasil?

Durante muito tempo, alimentos ricos em proteína eram associados principalmente a atletas, fisiculturistas e pessoas que passavam horas treinando na academia.

Mas isso está mudando. Cada vez mais pessoas estão consumindo produtos proteicos no dia a dia, mesmo sem ter foco em ganhar músculos.

Saúde e praticidade aumentaram essa tendência

Segundo pesquisas, muita gente começou a buscar alimentos com mais proteína por causa da saúde, da energia e da praticidade.

Hoje é comum encontrar:

  • iogurtes proteicos,
  • barrinhas,
  • shakes,
  • bebidas com whey,
  • cereais e até sobremesas com mais proteína.

Esses produtos ganharam espaço principalmente no café da manhã e nos lanches rápidos do dia a dia.

A proteína virou parte da rotina

Agora, o consumo deixou de acontecer apenas no “pós-treino”. Muitas pessoas buscam proteína para:

  • aumentar a sensação de saciedade,
  • ter mais energia,
  • melhorar a alimentação,
  • ou simplesmente manter hábitos considerados mais saudáveis.

Ou seja: a proteína começou a ser vista mais como parte da alimentação comum do que como suplemento de academia.

Consumidores estão mais atentos

Outro ponto interessante é que as pessoas estão ficando mais exigentes na hora de escolher produtos.

Segundo a pesquisa, os consumidores olham bastante para:

  • quantidade de proteína,
  • sabor,
  • praticidade,
  • e preço.

A marca do produto, por outro lado, não influencia tanto quanto antes.

Isso fez muitas empresas mudarem suas estratégias para tentar conquistar consumidores que querem alimentos mais saudáveis, mas sem abrir mão do sabor.

Empresas estão correndo atrás dessa mudança

Com o aumento da procura, várias marcas passaram a investir mais em produtos proteicos.

Empresas do setor alimentício estão criando novas bebidas, snacks e alimentos prontos para acompanhar essa tendência.

A ideia é atender um público que busca praticidade e quer encaixar hábitos mais saudáveis na rotina corrida.

Mas equilíbrio continua sendo importante

Apesar da popularidade, especialistas lembram que proteína não é solução mágica.

O corpo precisa de uma alimentação equilibrada, com diferentes nutrientes. Além disso, cada pessoa possui necessidades diferentes dependendo da idade, rotina e nível de atividade física.

Clima mais extremo? El Niño pode afetar várias regiões do país

Especialistas alertam que o fenômeno climático chamado El Niño pode começar a afetar o Brasil nos próximos meses, trazendo ondas de calor mais fortes e mudanças importantes no clima em várias regiões do país.

Segundo dados divulgados pela NOAA, agência climática dos Estados Unidos, as chances do fenômeno aparecer aumentam bastante ao longo de 2026.

O que é o El Niño?

O El Niño acontece quando as águas do Oceano Pacífico ficam mais quentes do que o normal perto da Linha do Equador.

Isso parece distante do Brasil, mas afeta o clima em várias partes do planeta.

Normalmente, ventos ajudam a movimentar as águas do oceano. Durante o El Niño, esses ventos enfraquecem, fazendo com que a água quente fique acumulada na superfície. Essa mudança interfere na formação de chuvas, temperaturas e até tempestades em diferentes países.

Mais calor pelo Brasil

Um dos principais efeitos esperados é o aumento das ondas de calor.

Especialistas afirmam que regiões como Sudeste e Centro-Oeste podem enfrentar temperaturas acima da média, principalmente durante a primavera e o verão. Além disso, o clima pode ficar mais seco em alguns períodos, aumentando a sensação de calor intenso.

Risco de enchentes e secas

O El Niño costuma afetar cada região do Brasil de forma diferente.

No Sul, existe maior risco de:

  • chuvas fortes,
  • enchentes,
  • e temporais.

Já no Norte e Nordeste, o fenômeno pode provocar:

  • menos chuvas,
  • seca,
  • e dificuldade no abastecimento de água.

Estados como Maranhão, Piauí, Bahia e Tocantins podem enfrentar secas mais severas.

Enquanto isso, no Sudeste e Centro-Oeste, as chuvas podem acontecer de forma irregular, alternando períodos muito secos e outros com tempestades fortes.

Agricultura também pode sofrer

O campo é um dos setores mais afetados pelo El Niño.

Com menos chuva no Norte e Nordeste, plantações podem sofrer por falta de água, prejudicando o crescimento das lavouras.

No Sul, o excesso de chuva pode encharcar o solo e dificultar a colheita.

Além disso, a umidade elevada aumenta o risco de fungos e doenças nas plantações. Culturas como soja e milho estão entre as mais afetadas por essas mudanças climáticas.

O clima pode ficar mais extremo

O El Niño mostra como pequenas mudanças nos oceanos conseguem alterar o clima no mundo inteiro.

Para a população, isso pode significar mais calor, mudanças nas chuvas e até impactos no preço de alimentos e na produção agrícola.

Finanças

Apostas online podem estar mudando os hábitos de consumo no país ⚠️

As apostas online, conhecidas como “bets”, se tornaram muito populares no Brasil nos últimos anos. Com propagandas em redes sociais, campeonatos de futebol e influenciadores, milhões de pessoas passaram a apostar pela internet diariamente.

Um estudo da Confederação Nacional do Comércio (CNC) alerta que esse crescimento também pode estar trazendo consequências para o orçamento de muitas famílias brasileiras.

Dinheiro das compras foi para as apostas

De acordo com o levantamento, cerca de R$ 143 bilhões deixaram de circular no comércio desde 2023 por causa dos gastos com bets.

Para comparação, esse valor seria parecido com o faturamento de dois períodos de Natal no varejo brasileiro.

A pesquisa mostra que parte do dinheiro que antes era usado em compras, lazer ou contas da casa agora está sendo direcionado para plataformas de apostas online.

Dívidas e atrasos aumentaram

O estudo aponta que as apostas podem contribuir para:

  • aumento das dívidas,
  • dificuldade para pagar contas,
  • atraso em pagamentos,
  • e maior tempo para quitar débitos.

Segundo especialistas, o problema acontece porque muitas pessoas acabam gastando mais do que podem tentando recuperar dinheiro perdido nas apostas.

Em alguns casos, há quem faça empréstimos ou use limite do cartão de crédito para continuar apostando.

Quem foi mais afetado?

A pesquisa indica que alguns grupos sofrem mais impacto financeiro com as bets.

Entre eles:

  • homens,
  • pessoas acima dos 35 anos,
  • famílias de baixa renda,
  • e pessoas com ensino médio completo ou mais.

Segundo os pesquisadores, isso pode acontecer porque esses grupos costumam ter maior acesso a aplicativos de apostas e serviços bancários digitais.

O problema não é só o jogo

A CNC afirma que as bets não são as únicas responsáveis pelas dívidas dos brasileiros, mas podem piorar uma situação financeira que já era complicada.

Especialistas lembram que o Brasil já enfrenta problemas como:

  • juros altos,
  • aumento do custo de vida,
  • e endividamento crescente.

As apostas acabam entrando nesse cenário como mais um gasto que pode desorganizar o orçamento familiar.

Empresas de apostas discordam

A Associação Nacional de Jogos e Loterias, que representa o setor de apostas, rebateu o estudo.

Segundo a entidade, o endividamento dos brasileiros é um problema antigo e não pode ser explicado apenas pelas bets.

A associação também afirmou que o mercado de apostas funciona dentro das regras definidas pelo governo.

Crescimento das bets chama atenção

Com poucos cliques, qualquer pessoa consegue apostar em jogos esportivos, cassino online e outros tipos de jogos.

Por isso, especialistas defendem mais debates sobre educação financeira e uso consciente dessas plataformas.

A principal preocupação do estudo é mostrar que apostas podem virar um risco quando começam a afetar contas, dívidas e necessidades básicas. Afinal, diversão não pode virar um problema financeiro.

Educação

📚 Ler voltou a ser “moda” no Brasil?

Depois de muito tempo sendo visto como algo “de nicho”, o livro está voltando com força no Brasil. E não é só impressão: os dados mostram que mais gente está lendo e comprando livros.

Segundo dados da Nielsen BookData e da Câmara Brasileira do Livro:

  • O consumo de livros cresceu em 2025
  • Cerca de 3 milhões de novos compradores entraram no mercado
  • A porcentagem de brasileiros que compraram pelo menos um livro subiu de 16% para 18%

Ou seja: o público leitor está aumentando de verdade.

Onde o livro se encaixa no consumo dos brasileiros?

Segundo dados de compras dos últimos 12 meses, mesmo com esse crescimento, o livro ainda disputa espaço com outros produtos:

  • Roupas: 55%
  • Celulares: 27%
  • Livros: 18%

Mas olha o detalhe interessante: o livro já está à frente de coisas como videogames, shows e até vinho .

Nada mal pra algo que muita gente achava que estava “morrendo”, né?

As redes sociais (sim, elas ajudaram!)

Aqui vem um dos pontos mais curiosos:

  • 56% das pessoas compram livros influenciadas por redes sociais
  • Cerca de 70% acompanham lançamentos por canais como internet, amigos e criadores de conteúdo

Jovens no centro dessa mudança

Segundo o CEO da Martins Fontes, os jovens estão cada vez mais presentes nas livrarias, principalmente nos fins de semana.

Eles não só compram livros, mas:

  • frequentam livrarias como espaço de convivência
  • gravam vídeos, compartilham experiências
  • transformam a leitura em algo social

Por que a leitura está voltando?

Existe uma explicação bem interessante:

  • As pessoas estão cansadas do excesso de informação digital
  • Buscam algo mais tranquilo e profundo
  • O livro virou uma espécie de “refúgio”

Depois da pandemia, isso ficou ainda mais forte. Muita gente passou a valorizar mais experiências fora da tela.

Hábito escolar que marcou gerações está desaparecendo

Muita gente que estudou anos atrás lembra de uma cena bastante comum: alunos reunidos no pátio da escola para cantar o Hino Nacional antes das aulas.

Durante muito tempo, esse costume fez parte da rotina de escolas brasileiras. Mas hoje, em muitas instituições, a prática ficou cada vez mais rara e acabou sendo esquecida por boa parte dos estudantes.

O Hino Nacional ainda é obrigatório

Mesmo com a diminuição da prática, existe uma lei no Brasil que determina que o Hino Nacional deve ser executado pelo menos uma vez por semana nas escolas de ensino fundamental, tanto públicas quanto privadas.

A regra faz parte da Lei nº 12.031/2009, que trata dos símbolos nacionais.

Porém, a lei não define exatamente como isso deve acontecer. Cada escola pode organizar a atividade da maneira que considerar mais adequada.

Antes, o costume era muito mais comum

Em décadas passadas, cantar o hino fazia parte da rotina de muitos estudantes. Em algumas escolas, isso acontecia logo no começo das aulas. Em outras, os alunos se reuniam no pátio durante cerimônias e formações semanais.

Além do Hino Nacional, também eram comuns eventos cívicos, desfiles e comemorações relacionadas a datas importantes do país.

Hoje, a prática aparece mais em eventos

Atualmente, muitas escolas deixaram o hábito semanal de lado.

Na maioria dos casos, o hino aparece apenas em ocasiões específicas, como:

  • Semana da Pátria,
  • formaturas,
  • eventos escolares,
  • ou cerimônias oficiais.

Com isso, o costume acabou ficando mais associado a solenidades do que ao cotidiano escolar.

Por que isso mudou?

Especialistas apontam vários motivos para essa mudança.

As escolas passaram por transformações ao longo dos anos, com novas prioridades educacionais, mudanças na rotina dos alunos e menos espaço para cerimônias cívicas frequentes.

Além disso, o dia a dia escolar ficou mais corrido e cheio de atividades diferentes, o que fez muitos desses costumes perderem espaço.

Uma memória que marcou gerações

Mesmo menos presente atualmente, cantar o Hino Nacional continua sendo uma lembrança forte para muitas pessoas.

Para algumas gerações, o som do hino no pátio da escola virou quase uma “máquina do tempo”, capaz de trazer memórias da infância, dos colegas e da rotina escolar de outra época.

Entretenimento

Shakira em Copacabana entra para ranking dos maiores shows da história. Confira a lista

Imagine um show com tanta gente que parece impossível enxergar o fim da multidão. Alguns eventos musicais ao redor do mundo conseguiram reunir milhões de fãs e entraram para a história pelos públicos gigantescos.

Um dos exemplos mais recentes foi o show de Shakira na Praia de Copacabana, que colocou a cantora entre os maiores públicos já registrados em apresentações musicais.

O maior show da história aconteceu no Brasil

O topo do ranking pertence ao cantor britânico Rod Stewart.

Em 1993, ele fez um show de Ano Novo em Copacabana que reuniu cerca de 3,5 milhões de pessoas.

O evento entrou para o Guinness World Records como um dos maiores públicos já registrados em um show. O livro chega a citar 4,5 milhões de pessoas, mas parte delas estava na celebração de virada do ano.

França e Rússia também entraram para a lista

O músico francês Jean-Michel Jarre aparece duas vezes no ranking.

Em 1997, ele levou aproximadamente 3,5 milhões de pessoas para um show cheio de luzes e lasers em Moscou, na Rússia.

Alguns anos antes, em Paris, na França, outro show do artista reuniu cerca de 2,5 milhões de fãs.

Jorge Ben Jor também entrou para a história

O Brasil aparece novamente na lista com Jorge Ben Jor.

O cantor fez um show em Copacabana em 1993 que reuniu cerca de 3 milhões de pessoas durante as comemorações de Ano Novo.

Isso ajudou a transformar a praia carioca em um dos lugares mais famosos do mundo para shows gigantes.

Os números podem não ser exatos

Apesar dos números impressionantes, especialistas alertam que estimativas de público em eventos gigantes podem ser exageradas.

Segundo institutos independentes, dados divulgados por organizadores e governos nem sempre representam exatamente o público real presente no local.

Isso acontece porque é muito difícil calcular com precisão milhões de pessoas em espaços abertos, como praias e avenidas.

Shows gigantes viraram eventos históricos

Muito além da música, esses eventos acabam se transformando em momentos históricos e culturais.

Eles movimentam turismo, hotéis, restaurantes e fazem cidades inteiras pararem para acompanhar apresentações que entram para a memória de milhões de pessoas.

Curiosidades 🔎

Copa do Mundo: O troféu mais famoso do planeta guarda histórias surpreendentes

A Copa do Mundo é um dos eventos mais assistidos do planeta. Milhões de pessoas acompanham os jogos, torcem, colecionam figurinhas e vivem o clima da competição como se fosse um grande festival mundial do futebol.

Mas além dos gols e das rivalidades, a Copa também guarda curiosidades e histórias bem curiosas que muita gente nem imagina.

Quase ninguém pode tocar no troféu de verdade

A famosa taça da Copa é um dos objetos mais valiosos e protegidos do esporte.

E existe uma regra curiosa: quase ninguém pode tocar nela.

Segundo a FIFA, apenas campeões do mundo, chefes de Estado e algumas autoridades oficiais têm autorização para encostar no troféu original.

Ou seja: quando artistas, influenciadores ou jogadores aparecem segurando a taça em fotos promocionais, muitas vezes estão usando uma réplica.

O troféu já foi roubado… duas vezes

Parece mentira, mas a taça da Copa do Mundo já desapareceu em duas ocasiões diferentes.

O primeiro caso aconteceu em 1966, na Inglaterra. O troféu original, chamado Jules Rimet, foi roubado durante uma exposição antes da competição começar.

Dias depois, a taça acabou sendo encontrada por um cachorro chamado Pickles, que virou celebridade nacional.

O segundo roubo teve um final pior

Anos depois, em 1983, a taça foi roubada novamente no Brasil.

Dessa vez, ela nunca mais foi recuperada.

Segundo investigações, o troféu original teria sido derretido pelos criminosos, encerrando de forma triste a história da primeira taça da Copa.

Depois disso, a FIFA passou a usar o modelo atual do troféu, criado em 1974.

Muito além do esporte

A Copa do Mundo mistura esporte, cultura, música, rivalidade, memes e histórias inacreditáveis.

E talvez seja justamente isso que faz o torneio ser tão especial: sempre existe alguma curiosidade absurda, uma zebra inesperada ou um momento histórico pronto para acontecer.

Bem-estar 🧘‍♀️

Nesta seção, o time de Psicólogas do Saber compartilha dicas valiosas de bem-estar e saúde mental. Nosso objetivo é trazer reflexões e orientações simples, mas importantes, para ajudar você a cuidar da mente e tornar o dia a dia mais leve e equilibrado.

Pequenos gestos fazem diferença

A qualidade das relações no ambiente de convivência tem um impacto direto no bem-estar emocional. Muitas vezes, são as atitudes mais simples do dia a dia que contribuem para a construção de um ambiente mais leve, respeitoso e acolhedor.

Cumprimentar alguém, agradecer, oferecer ajuda ou demonstrar interesse genuíno pelo outro são exemplos de pequenos gestos que fortalecem vínculos e promovem um clima mais positivo. Essas atitudes podem parecer simples, mas têm um efeito significativo na forma como as pessoas se sentem.

Do ponto de vista psicológico, interações positivas contribuem para a sensação de pertencimento e segurança, fatores essenciais para a saúde mental. Ambientes onde há respeito e cordialidade tendem a reduzir conflitos e aumentar o engajamento das pessoas.

Cuidar das relações no dia a dia não exige grandes ações, mas sim atenção e intenção. Afinal, são os pequenos gestos que, somados, constroem ambientes mais humanos e saudáveis para todos.

Caso precise de suporte especializado ou acolhimento psicológico, o Núcleo Psicopedagógico do Saber pode te ajudar. Solicite agendamento ao seu instrutor.

Também preparamos uma lista de instituições que oferecem psicoterapia gratuita ou com valores acessíveis. Para conferir, clique aqui ou use o QR Code abaixo:

Tô no Saber

Nesta semana, quem compartilha seu depoimento é Marisol Cirino, de 21 anos. Em um relato comovente, ela fala sobre superação, amadurecimento e como conseguiu transformar sua trajetória no Saber em uma experiência muito mais positiva. ✨

Marisol Cirino>

Marisol Cirino

Meu nome é Marisol Cirino, e tenho 21 anos. Minha história com o Saber, até um tempo atrás, não era muito boa. Honestamente, eu não confiava em mim e no meu trabalho, faltava os treinamentos, e achava aquilo tudo uma bobagem, como muitos pensam. Porém, de uns meses pra cá, eu venci. Venci minhas inseguranças, minhas falhas, e estou melhor do que nunca: com assiduidade nos treinamentos, colocando em prática no trabalho o que aprendo no curso, interagindo nas aulas e fazendo amizades. Nunca pensei que isso fosse acontecer, mas eu sou muito feliz indo pro Saber.

Susgestões da Semana

Mamma Mia!>

Mamma Mia!

Indicação da jovem, Maria Isabel Alves dos Santos, da unidade Anhanguera Guarulhos

Mamma Mia! acompanha Sophie, uma jovem que, prestes a se casar, tenta descobrir quem é seu verdadeiro pai enquanto vive em uma ilha paradisíaca na Grécia. Em meio a confusões, reencontros e segredos do passado, a história se desenrola ao som das músicas da banda ABBA.

Leve, divertido e cheio de emoção, o filme fala sobre amor, família e a beleza de viver o presente sem esquecer quem fomos. É aquele tipo de história que faz rir, cantar e sentir saudade de momentos que talvez nem vivemos.

Céu sem estrelas >

Céu sem estrelas

Indicação do jovem Victor Diego de Oliveira Paulista – Estácio Santo Amaro 

Céu sem estrelas acompanha Cecília, uma garota que sente o peso da solidão, dos conflitos familiares e da pressão de crescer sem realmente saber quem é. Entre inseguranças e sonhos bagunçados, ela tenta encontrar um lugar no mundo.

Quando novas amizades e sentimentos começam a surgir, Cecília percebe que nem todo mundo carrega suas dores de forma visível. O livro fala sobre saúde mental, amor, amadurecimento e a dificuldade de pedir ajuda quando tudo parece demais.

Com uma escrita sensível e muito próxima da realidade, Iris Figueiredo cria uma história que faz o leitor se sentir entendido. É aquele tipo de livro que abraça, machuca e conforta ao mesmo tempo.

Bohemian Rhapsody>

Bohemian Rhapsody

Indicação do jovem Diego de Freitas Marques, unidade Estácio Santo André

Bohemian Rhapsody mostra a trajetória de Freddie Mercury e da banda Queen rumo ao sucesso. Entre músicas marcantes e apresentações históricas, o filme também revela os conflitos e inseguranças escondidos por trás da fama.

Mais do que falar sobre sucesso, a história mergulha nos conflitos internos de Freddie: a solidão, a busca por aceitação e o medo de não ser compreendido. Mesmo cercado por multidões, ele ainda tentava descobrir quem realmente era.

Mais do que uma cinebiografia, a história fala sobre identidade, solidão e liberdade. No fim, deixa a sensação de que encontrar a própria voz pode ser tão difícil quanto subir em um palco diante do mundo inteiro.

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